Autor: Diego Junqueira Stevanato

Cuidado parental do Arapaima gigas (pirarucu) o gigante da Amazônia

Por: Ana Silva Bertão O pirarucu é uma das espécies mais importantes da bacia amazônica. Esta espécie encontra-se ameaçada em algumas regiões da bacia, devido à superexploração de estoques naturais combinada com a falta de conhecimento de sua biologia básica (Castello e Stewart, 2010; Torati et al., 2019). A espécie pode atingir tamanhos de até 3 m de comprimento e 200 kg de peso (Queiroz, 2000) (Figura 1). Este peixe é caracterizado por possuir maturidade sexual tardia, pequenas garras e alto investimento dos pais pela prole (Castello et al., 2011). Figura 1. 1 Arapaima gigas pirarucu da Amazônia A...

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O cultivo de peixes orgânicos

Por Nathieli Cozer Segundo a legislação brasileira, peixe orgânico, seja ele in natura ou processado, é aquele obtido de um sistema orgânico de produção ou oriundo de processo extrativista sustentável e não prejudicial ao ecossistema local.Entre as finalidade da produção de orgânicos podemos destacar: A oferta de produtos saudáveis, cultivados ou processados ​​sem pesticidas sintéticos, fertilizantes químicos, irradiação, solventes industriais ou aditivos alimentares químicos, que não colocam em risco o ambiente e a saúde do produtor, do trabalhador ou do consumidor; a preservação da diversidade biológica dos ecossistemas naturais e a recomposição ou incremento da diversidade biológica dos ecossistemas...

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Diego Junqueira Stevanato

Apresentação Graduado em Zootecnia (2012), pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), Mestre em Zootecnia (2016), pela Universidade Federal do Paraná e atualmente na etapa final do doutorado, também pela Universidade Federal do Paraná. Desde 2015, é responsável pelo Laboratório de Pesquisas com Organismos Aquáticos (LAPOA), pertencente ao Grupo Integrado de Aquicultura e Estudos Ambientais (GIA).  As pesquisas no mestrado foram voltadas à compreensão de fatores críticos que envolvem o desenvolvimento ontogenético de uma espécie de lambari (Astyanax lacustris), que é uma das espécies utilizadas como bioindicadora de impactos ambientais diversos pelo Grupo Integrado de Aquicultura e Estudos Ambientais (GIA). O...

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Didymosphenia geminata: Ação incrustante em usinas hidrelétricas de energia.

Por Raíssa Leite Didymosphenia geminata: Ação incrustante em usinas hidrelétricas de energia.idymosphenia geminata, popularmente conhecida como didymo, é uma diatomácea característica de águas temperadas do hemisfério Norte (Cleve, 1894; Kociolek et al., 2004). Porém, nos últimos anos a espécie passou a expandir sua distribuição em ritmo acelerado (Spaulding e Elwell, 2007). De acordo com Kilroy (2004), a didymo foi reportada pela primeira vez na Nova Zelândia em 2004. Já na América do Sul, a espécie foi observada pela primeira vez nas águas chilenas da Patagônia em 2010 (Segura, 2011) e cinco meses depois na Argentina, no rio Futaleufú por...

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“Monitoramento da biodiversidade de peixes no canal da piracema utilizando sequenciamento de DNA de segunda geração”.

Inaugurado em dezembro de 2002, o canal da piracema, que possui 10,3 Km de extensão, funciona como um corredor ecológico permitindo que os peixes migradores superem os 120 metros de desnível médio da barragem de Itaipu e alcancem as áreas de reprodução na planície do Alto Rio Paraná e Parque Nacional de Ilha Grande.A usina hidrelétrica de Itaipu, realiza inventários periódicos no canal para identificar as espécies de peixes presentes e sua abundância. As pesquisas mais recentes têm por objetivo realizar inventários da ictiofauna a partir de células liberadas pela pele dos peixes para a água e o sedimento, evitando a necessidade de captura dos indivíduos. Ou seja, por meio da técnica de sequenciamento de DNA de segunda geração. Desta forma, o monitoramento se tornará mais eficaz, econômico e não-invasivo.Sequenciamento de DNA é o processo de determinação da sequência de nucleotídeos (As, Ts, Cs e Gs) em um pedaço de DNA. Esta técnica de segunda geração é uma nova abordagem que aumenta a velocidade e diminuem os custos do sequenciamento. Entre estas novas abordagens encontra-se o estudo de DNA ambiental (environmental DNA ou eDNA – Shokralla et al. 2012), que está fundamentado na detecção de moléculas de DNA produzidas como subproduto das atividades de uma determinada espécie, como aquelas encontradas em fezes, muco, saliva ou outra fonte de células mortas. Contudo, este método só foi utilizado até o momento para espécies marinhas...

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