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Essa linha do projeto trabalhou com a recuperação da população de caranguejos através da liberação de larvas cultivadas em laboratório diretamente nos manguezais. Além disso, foram utilizadas ferramentas genéticas como forma de monitoramento e instrumento de manejo dos estoques pesqueiros do caranguejo-uçá.

 

Ações realizadas:

  • Construção do laboratório e adequação da infraestrutura laboratorial
  • Estabelecimento de parcerias institucionais e obtenção das licenças ambientais previstas em lei
  • Captura de fêmeas ovadas na natureza; eclosão e larvicultura em laboratório; liberação de larvas e juvenis na natureza; soltura das fêmeas capturadas nos locais de origem.
  • Lançamento do programa e divulgação das liberações.
  • Caracterização genética das populações do caranguejo-uçá nos locais de liberação de larvas; definição das áreas de soltura; genotipagem de matrizes utilizadas nas larviculturas.
  • Instalação das unidades-berçário
  • Instalação de duas salas experimentais no laboratório de produção de formas jovens de caranguejo; experimentos sobre transporte de larvas de caranguejo-uçá; experimentos sobre predação de formas jovens de caranguejo-uçá por peixes e por caranguejos de outras espécies; experimentos para a produção de juvenis em larga escala em laboratório.
  • Diagnósticos da Doença do Caranguejo Letárgico em animais moribundos coletados em um episódio da doença em Canavieiras; esforços de identificação do fungo causador da DCL nos manguezais das regiões da Baía de Todos os Santos, Baixo Sul e Canavieiras.
  • Produção do jogo “A andada do Caranguejo”, para disseminar hábitos do caranguejo-uçá e cuidados com a conservação da espécie. Os jogos foram distribuídos em escolas e pousadas dos municípios do Baixo Sul da Bahia.