{"id":481,"date":"2017-11-13T22:36:03","date_gmt":"2017-11-14T00:36:03","guid":{"rendered":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/?post_type=product&#038;p=481"},"modified":"2021-04-15T13:46:51","modified_gmt":"2021-04-15T16:46:51","slug":"a-producao-integrada-na-carcinicultura-brasileira-volume-2","status":"publish","type":"product","link":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/produto\/a-producao-integrada-na-carcinicultura-brasileira-volume-2\/","title":{"rendered":"A produ\u00e7\u00e3o integrada na carcinicultura brasileira (Volume 2) &#8211; (Livro Digital &#8211; PDF)"},"content":{"rendered":"<p>O objetivo de qualquer produtor ou empres\u00e1rio, seja ele um carcinicultor ou um\u00a0fabricante de parafusos, deve ser sempre otimizar os lucros e reduzir os riscos. Otimizar\u00a0lucros, por\u00e9m, n\u00e3o significa necessariamente maximizar\u00a0 a produ\u00e7\u00e3o, ou seja,\u00a0produzir no limite da capacidade de suporte de seu sistema produtivo. Infelizmente,\u00a0na carcinicultura ainda se costuma associar o aumento da lucratividade a aumentos\u00a0sucessivos na quantidade de camar\u00f5es produzida, o que nem sempre \u00e9 verdadeiro.<\/p>\n<p>Existe uma rela\u00e7\u00e3o n\u00e3o-linear entre a\u00a0produ\u00e7\u00e3o (aqui entendida como biomassa produzida e comercializada) e o lucro\u00a0obtido. Para aumentar a produ\u00e7\u00e3o, h\u00e1 a necessidade de se aportar mais recursos\u00a0(financeiros, energ\u00e9ticos, humanos, ambientais&#8230;) ao sistema de produ\u00e7\u00e3o. Mas,\u00a0quanto maior o volume de recursos exigidos, maiores ser\u00e3o os custos (de investimento\u00a0e custeio) por unidade de camar\u00e3o produzida. Em um determinado ponto, o\u00a0aumento da produ\u00e7\u00e3o necessariamente faz com que o processo passe a ser menos\u00a0eficiente e, como resultado, as margens de lucro passem a cair.<\/p>\n<p>A carcinicultura brasileira vive momentos dif\u00edceis, em que sua imagem vem sendo\u00a0muitas vezes vendida \u00e0 sociedade como uma grande vil\u00e3 ambiental e social; em que\u00a0a atividade luta contra doen\u00e7as de alto grau de virul\u00eancia; em que apenas uma pequena\u00a0parcela dos empreendimentos instalados est\u00e1 devidamente licenciada. Talvez\u00a0em fun\u00e7\u00e3o desses fatores, a atividade vem enfrentando restri\u00e7\u00f5es regulat\u00f3rias cada\u00a0vez mais severas, fazendo com que a obten\u00e7\u00e3o de uma licen\u00e7a de opera\u00e7\u00e3o, por\u00a0exemplo, possa levar anos para acontecer, tornando a vida dos carcinicultores ainda\u00a0mais dif\u00edcil.<\/p>\n<p>Em momentos como este, ser mais eficiente n\u00e3o pode ser encarado como algo ut\u00f3pico.\u00a0 Por isso, para se otimizar os lucros \u00e9 preciso otimizar tamb\u00e9m o resultado de\u00a0todo o processo produtivo. Significa usar melhor os recursos,\u00a0 desperdi\u00e7ar cada vez\u00a0menos, comercializar melhor a sua produ\u00e7\u00e3o, gerar menos passivos, impactos e\u00a0conflitos socioambientais.<\/p>\n<p>Este Volume 2 \u00e9 dedicado aos princ\u00edpios e as pr\u00e1ticas que regem o processo produtivo\u00a0de camar\u00f5es marinhos em viveiros. Os principais temas envolvendo sele\u00e7\u00e3o de\u00a0\u00e1reas para instala\u00e7\u00e3o de fazendas destinadas \u00e0\u00a0 carcinicultura s\u00e3o discutidos. Tamb\u00e9m\u00a0s\u00e3o apresentadas as boas pr\u00e1ticas na instala\u00e7\u00e3o e na opera\u00e7\u00e3o de uma fazenda\u00a0de cultivo de camar\u00f5es marinhos. E, por fim, todas as etapas do processo produtivo\u00a0s\u00e3o cuidadosamente fundamentadas, descritas e discutidas, com o objetivo de orientar produtores, agentes multiplicadores, agentes p\u00fablicos das mais variadas \u00e1reas\u00a0de atua\u00e7\u00e3o e estudantes sobre como \u00e9 poss\u00edvel se produzir camar\u00f5es marinhos de\u00a0forma mais equilibrada e racional, minimizando impactos, reduzindo desperd\u00edcios,\u00a0utilizando melhor todos os recursos dispon\u00edveis e maximizando os lucros.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ficha Catalogr\u00e1fica<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o integrada na carcinicultura brasileira: princ\u00edpios e pr\u00e1ticas para se cultivar camar\u00f5es marinhos de forma mais racional e eficiente \/ Antonio Ostrensky&#8230; [et al.]. Curitiba: Instituto GIA, 2017.<br \/>\n2 v.; il.<br \/>\nConte\u00fado: v.1. Aspectos biol\u00f3gicos, sanit\u00e1rios, legais, ambientais, sociais e operacionais &#8211; v. 2. Cultivando camar\u00f5es marinhos<br \/>\n1. Carcinicultura. 2. Camar\u00e3o marinho. 3. Camar\u00e3o \u2013 Cria\u00e7\u00e3o &#8211; Brasil. I. Ostrensky, Antonio. II. T\u00edtulo.<br \/>\nCDU: 639.512(81)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p><strong>Volume II.<\/strong> Cultivando camar\u00f5es marinhos.<\/p>\n","protected":false},"featured_media":483,"comment_status":"open","ping_status":"closed","template":"","meta":[],"product_cat":[23],"product_tag":[60,69,67,66,68,63,65],"class_list":{"0":"post-481","1":"product","2":"type-product","3":"status-publish","4":"has-post-thumbnail","6":"product_cat-livros-digitais","7":"product_tag-antonio-ostrensky","8":"product_tag-aquicultura","9":"product_tag-camaroes-marinhos","10":"product_tag-carcinicultura","11":"product_tag-cultivo-de-camaroes","12":"product_tag-nathieli-cozer","13":"product_tag-ubirata-de-assis-teixeira-da-silva","15":"first","16":"instock","17":"featured","18":"downloadable","19":"virtual","20":"purchasable","21":"product-type-simple"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/product\/481","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/product"}],"about":[{"href":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/product"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=481"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/product\/481\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/483"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=481"}],"wp:term":[{"taxonomy":"product_cat","embeddable":true,"href":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/product_cat?post=481"},{"taxonomy":"product_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/product_tag?post=481"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}