{"id":2305,"date":"2017-12-20T11:23:26","date_gmt":"2017-12-20T13:23:26","guid":{"rendered":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/?post_type=product&#038;p=2305"},"modified":"2024-07-17T11:52:51","modified_gmt":"2024-07-17T14:52:51","slug":"camaroes-marinhos-reproducao-maturacao-e-larvicultura-livro-impresso","status":"publish","type":"product","link":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/produto\/camaroes-marinhos-reproducao-maturacao-e-larvicultura-livro-impresso\/","title":{"rendered":"Camar\u00f5es Marinhos Reprodu\u00e7\u00e3o, Matura\u00e7\u00e3o e Larvicultura (Livro Impresso)"},"content":{"rendered":"<p>O Brasil vive uma verdadeira &#8211; febre -, em rela\u00e7\u00e3o aos cultivos de camar\u00f5es marinhos. Cada vez mais e mais empreendedores est\u00e3o investindo nessa \u00e1rea, atra\u00eddos pelas excelentes margens de lucro que a atividade proporciona.\u00a0Mas, investir na produ\u00e7\u00e3o de camar\u00f5es requer conhecimento e t\u00e9cnica. E \u00e9 exatamente isso que este livro prop\u00f5e a apresentar. Trata-se de uma s\u00edntese de 15 anos de experi\u00eancias pr\u00e1ticas e acad\u00eamicas de seus autores e resume, em uma linguagem de f\u00e1cil compreens\u00e3o, todos os passos necess\u00e1rios para se produzir p\u00f3s-larvas de camar\u00f5es.A obra aborda alguns assuntos como a morfologia, os princ\u00edpios b\u00e1sicos de reprodu\u00e7\u00e3o, os est\u00e1dios larvais, a forma\u00e7\u00e3o de plantel de reprodutores, manuten\u00e7\u00e3o dos reprodutores, desova e eclos\u00e3o, estrutura de um laborat\u00f3rio, cultivo de microalgas etc.O livro \u00e9 uma refer\u00eancia obrigat\u00f3ria para estudantes universit\u00e1rios das \u00e1reas de produ\u00e7\u00e3o animal; para pessoas que pretendam investir na \u00e1rea; para t\u00e9cnicos que busquem uma atualiza\u00e7\u00e3o de conhecimentos; e para todos aqueles que simplesmente se interessam pela produ\u00e7\u00e3o de camar\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sum\u00e1rio<\/p>\n<p>Os autores<br \/>\n1. Introdu\u00e7\u00e3o<br \/>\n2. Morfologia<br \/>\n2.1. Divis\u00f5es do corpo<br \/>\n2.2. Ap\u00eandices<br \/>\n3. Princ\u00edpios b\u00e1sicos de reprodu\u00e7\u00e3o<br \/>\n3.1. Ciclo de vida<br \/>\n3.2. \u00d3rg\u00e3os sexuais<br \/>\n3.3. O controle\u00a0 hormonal\u00a0 da reprodu\u00e7\u00e3o<br \/>\n3.4. Controle ambiental<br \/>\n3.5. Controle dos fatores nutricionais<br \/>\n3.6. Corte e c\u00f3pula<br \/>\n4. Est\u00e1dios larvais<br \/>\n4.1. N\u00e1uplio<br \/>\n4.2. Protozo\u00e9a<br \/>\n4.3. Misis<br \/>\n4.4. P\u00f3s-larva<br \/>\n5. Forma\u00e7\u00e3o de plantel de reprodutores<br \/>\n5.2. Sele\u00e7\u00e3o dos reprodutores<br \/>\n5.1. Sele\u00e7\u00e3o dos reprodutores<br \/>\n5.3. O transporte dos reprodutores<br \/>\n6. Manuten\u00e7\u00e3o dos reprodutores em laborat\u00f3rio<br \/>\n6.1. Tanques de aclimata\u00e7\u00e3o para reprodutores no laborat\u00f3rio<br \/>\n6.2. Par\u00e2metros ambientais ideais<br \/>\n6.3. Alimenta\u00e7\u00e3o especial<br \/>\n6.4. Abla\u00e7\u00e3o do ped\u00fanculo ocular<br \/>\n6.5. Vari\u00e1veis ambientais<br \/>\n6.6. Indicadores di\u00e1rios que devem ser controlados<br \/>\n6.7. Insemina\u00e7\u00e3o artificial<br \/>\n6.7.1. T\u00e9cnicas para extra\u00e7\u00e3o dos espermat\u00f3foros<br \/>\n6.7.2. T\u00e9cnica para avalia\u00e7\u00e3o da qualidade esperm\u00e1tica<br \/>\n6.7.3. T\u00e9cnica para a insemina\u00e7\u00e3o artificial<br \/>\n7. Desova e eclos\u00e3o<br \/>\n7.1. Desova<br \/>\n7.2. Despesca<br \/>\n7.3. Eclos\u00e3o<br \/>\n7.4. Sele\u00e7\u00e3o<br \/>\n7.5. Tratamento profil\u00e1tico e terap\u00eautico de ovos e larvas<br \/>\n7.6. Tratamento para transporte dos n\u00e1uplios<br \/>\n8. Larvicultura<br \/>\n8.1. Sistema de larvicultura<br \/>\n8.2. Recep\u00e7\u00e3o de n\u00e1uplios<br \/>\n8.3. Densidades<br \/>\n8.4. Alimenta\u00e7\u00e3o<br \/>\n8.5. Renova\u00e7\u00e3o da \u00e1gua<br \/>\n8.6. Amostragem\u00a0 e contagem<br \/>\n8.7. Qualidade das larvas<br \/>\n8.7.1. N\u00e1uplio4<br \/>\n8.7.2. Protoz\u00e9a e misis<br \/>\n8.7.3. P\u00f3s-larva<br \/>\n8.8. Despesca<br \/>\n8.9. Contagem<br \/>\n8.10. Transporte<br \/>\n9. No\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas sobre a ocorr\u00eancia de doen\u00e7as em camar\u00f5es durante a larvicultura<br \/>\n9.1. Reprodutores<br \/>\n9.2. Larvicultura: principais problemas sanit\u00e1rios, medidas preventivas e curativas<br \/>\n9.2.1. Viroses<br \/>\n9.2.2. Doen\u00e7as bacterianas<br \/>\n9.2.3. Fungos<br \/>\n9.2.4. Protozo\u00e1rios<br \/>\n9.2.5. Clam\u00eddia (s\u00edndome de zo\u00e9a)<br \/>\n9.2.6. Medidas Preventivas<br \/>\n9.3. Antibi\u00f3ticos<br \/>\n9.3.1. Princ\u00edpios gerais de terapia antimicrobiana<br \/>\n9.3.2. Mecanismos de a\u00e7\u00e3o das drogas antimicrobianas<br \/>\n9.3.3. A\u00e7\u00e3o antimicrobiana das drogas<br \/>\n9.3.4. A\u00e7\u00e3o Bacteriost\u00e1tica vs. A\u00e7\u00e3o Bactericida nas drogas<br \/>\n9.3.5. Resist\u00eancia A\u00a0 drogas antimicrobianas<br \/>\n9.3.6. Determina\u00e7\u00e3o do tipo de tratamento a ser seguido<br \/>\n9.3.7. Principais grupos de antibi\u00f3ticos ou compostos microbianos<br \/>\n9.4. Probi\u00f3ticos<br \/>\n9.4.1. Cronograma de Bacteriologia<br \/>\n9.4.2. Meios de Cultura<br \/>\n9.4.3. Manuten\u00e7\u00e3o das Cepas<br \/>\n9.4.4. Monitoramento das bact\u00e9rias<br \/>\n9.4.5. Cultivo Massivo<br \/>\n9.5. Vacinas e imunoestimulantes<br \/>\n10. Assepsia e desinfec\u00e7\u00e3o<br \/>\n10.1. Efici\u00eancia da desinfec\u00e7\u00e3o<br \/>\n10.2. Quanto \u00e0 capacidade de resist\u00eancia dos microorganismos<br \/>\n10.3. Cloro<br \/>\n10.3.1. Prepara\u00e7\u00e3o da solu\u00e7\u00e3o desinfetante \u00e1cida<br \/>\n10.3.2. O uso da solu\u00e7\u00e3o desinfetante7<br \/>\n10.3.3. Elimina\u00e7\u00e3o dos excessos de cloro<br \/>\n10.4. \u00c1lcool<br \/>\n10.5. Iodo<br \/>\n10.6. Formol (formalina a 37% &#8211; HCHO )<br \/>\n10.7. Permanganato de pot\u00e1ssio em p\u00f3 (Kmnpo4)<br \/>\n10.8. \u00c1cido muri\u00e1tico (\u00e1cido hidrocl\u00f3rico)<br \/>\n10.9. Soda c\u00e1ustica\u00a0 (NAOH)<br \/>\n10.10. Verde\u00a0 de malaquita\u00a0 &#8211; arylmetano dye<br \/>\n10.3. Cloro<br \/>\n10.3.1. Prepara\u00e7\u00e3o da solu\u00e7\u00e3o desinfetante \u00e1cida<br \/>\n10.3.2. O uso da solu\u00e7\u00e3o desinfetante<br \/>\n10.3.3. Elimina\u00e7\u00e3o dos excessos de cloro<br \/>\n10.4. \u00c1lcool<br \/>\n10.5. Iodo<br \/>\n10.6. Formol (formalina a 37% &#8211; hcho )<br \/>\n10.7. Permanganato de pot\u00e1ssio em p\u00f3 (kmnpo4)<br \/>\n10.8. \u00c1cido muri\u00e1tico (\u00e1cido hidrocl\u00f3rico)<br \/>\n10.9. Soda c\u00e1ustica (naoh)<br \/>\n10.10. Verde\u00a0 de malaquita\u00a0 &#8211; arylmetano dye<br \/>\n10.11. Assepsia e desinfec\u00e7\u00e3o<br \/>\n10.11.1. Sistema de \u00e1gua<br \/>\n10.11.2. Sala de cepas<br \/>\n10.11.3. Sistema de\u00a0 Algas<br \/>\n10.11.4. Limpeza de tanques e de instrumentos<br \/>\n10.11.5. Elimina\u00e7\u00e3o de\u00a0 microalgas<br \/>\n10.11.6. Sistema de Ar<br \/>\n11. Cultivo de microalgas<br \/>\n11.1. Tipos de algas<br \/>\n11.1.1. Fases do cultivo de\u00a0 microalgas<br \/>\n11.2. M\u00e9todos de cultivo de microalgas<br \/>\n11.3. Meios\u00a0 de cultura<br \/>\n11.3.1. Meio Guillard &#8211; F\/2 (Para\u00a0 cultivos iniciais)<br \/>\n11.3.2. Meio de Lewin\u00a0 para diatom\u00e1ceas &#8211; MLD (para cultivos iniciais)<br \/>\n11.3.3. Meio de Cultura para Sala de Cepas<br \/>\n11.3.4. Meio de Nitrog\u00eanio e F\u00f3sforo (Para uso em cultivos massivos)<br \/>\n11.3.5. Meio de extrato de solo\u00a0 &#8211; MES (Pode ser utilizado tanto em cultivos massivos quanto em cultivos iniciais)<br \/>\n11.3.6. Meio Filipino (Para uso em cultivos massivos)<br \/>\n11.3.7. Meio para Exteriores<br \/>\n11.4. Tabelas\u00a0 de c\u00e1lculos<br \/>\n11.4.1. F\u00f3rmula para C\u00e1lculo da necessidade de algas nos tanques de larvicultura<br \/>\n11.4.2. C\u00e1lculo do volume de algas\u00a0 necess\u00e1rio para aumentar a densidade algal nos tanques de larvicultura<br \/>\n11.4.3. F\u00f3rmula\u00a0 para diminuir\u00a0 excesso de algas no tanque de larvicultura<br \/>\n11.5. T\u00e9cnicas de inocula\u00e7\u00e3o e cultivo algal<br \/>\n11.5.1. Manuten\u00e7\u00e3o das cepas<br \/>\n11.5.2. Culturas de volumes\u00a0 de at\u00e9 500 ml<br \/>\n11.5.3. Volumes maiores que 500 ml<br \/>\n11.6. Tipo e formato dos tanques<br \/>\n11.7. Condi\u00e7\u00f5es de cultivo<br \/>\n11.8. Armazenamento de algas<br \/>\n11.9. Isolamento<br \/>\n11.10. T\u00e9cnicas para determina\u00e7\u00e3o da densidade celular em cultivos de microalgas<br \/>\n11.10.1. O hematocit\u00f4metro<br \/>\n11.10.2. Coleta da amostra<br \/>\n11.10.3. Prepara\u00e7\u00e3o do hematocit\u00f4metro<br \/>\n11.10.4. Contagem do n\u00famero de c\u00e9lulas<br \/>\n11.11. Contamina\u00e7\u00e3o<br \/>\n11.12. Dez dicas importantes para o sucesso no cultivo de microalgas<br \/>\n12. Art\u00eamia<br \/>\n12.1. Est\u00e1dios de vida<br \/>\n12.2. Reprodu\u00e7\u00e3o<br \/>\n12.3. Toler\u00e2ncia ambiental<br \/>\n12.3.1. Cistos &#8211; Morfologia<br \/>\n12.3.2. Cistos &#8211; Avalia\u00e7\u00e3o da qualidade<br \/>\n12.3.3. Descapsula\u00e7\u00e3o<br \/>\n12.3.4. Congelamento<br \/>\n12.3.5. Eclos\u00e3o<br \/>\n12.3.6. Bioencapsula\u00e7\u00e3o<br \/>\n12.4. Armazenagem<br \/>\n13. Produ\u00e7\u00e3o de rot\u00edferos<br \/>\n13.1. Reprodu\u00e7\u00e3o<br \/>\n13.2. Utiliza\u00e7\u00e3o de cistos<br \/>\n13.3. Variedades<br \/>\n13.4. Sistemas de cultivo<br \/>\n13.5. Vari\u00e1veis ambientais<br \/>\n13.5.1. Alimenta\u00e7\u00e3o<br \/>\n13.6. Contamina\u00e7\u00e3o<br \/>\n13.7. Contagem<br \/>\n13.8. Rotina de produ\u00e7\u00e3o<br \/>\n13.8.1. Estocagem<br \/>\n14. Estruturas de um laborat\u00f3rio<br \/>\n14.1. Sala de matura\u00e7\u00e3o<br \/>\n14.2. Sala de desova<br \/>\n14.3. Sala de eclos\u00e3o<br \/>\n14.4. Sala\u00a0 de larvicultura<br \/>\n14.5. Cep\u00e1rio<br \/>\n14.6. \u00c1rea para cultivo de microalgas em larga escala<br \/>\n14.7. Sala para descapsula\u00e7\u00e3o e eclos\u00e3o de art\u00eamia<br \/>\n14.8. Sala de desinfec\u00e7\u00e3o<br \/>\n14.9. Sala de avalia\u00e7\u00e3o<br \/>\n14.10. Sala de probi\u00f3ticos<br \/>\n15. Capta\u00e7\u00e3o e filtra\u00e7\u00e3o de \u00e1gua<br \/>\n15.1. Capta\u00e7\u00e3o<br \/>\n15.2. Sistemas de filtros<br \/>\n15.2.1. Qu\u00edmicos<br \/>\n15.2.2. Biol\u00f3gicos<br \/>\n15.2.3. F\u00edsicos<br \/>\n16. Planilhas de controle<br \/>\n16.1. Planilha de controle de reprodutores<br \/>\n16.2. Relat\u00f3rio de matura\u00e7\u00e3o<br \/>\n16.3. Planilha\u00a0 de monitoramento de larviculturas<br \/>\n16.4. Relat\u00f3rio de\u00a0 totaliza\u00e7\u00e3o das larviculturas<br \/>\n16.5. Relat\u00f3rio de remessa de n\u00e1uplios<br \/>\n17. Bibiografia consultada\/recomendada<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Autor:\u00a0<\/strong>Roberto Carlos Barbieri J\u00fanior, Bi\u00f3logo Marinho e Antonio Ostrensk Neto, Ocean\u00f3logo, Doutor em carcinicultura marinha.<br \/>\n<strong>Editora:\u00a0<\/strong>Aprenda F\u00e1cil<br \/>\n<strong>ISBN:\u00a0<\/strong>85-88216-83-3<br \/>\n<strong>Impress\u00e3o:\u00a0<\/strong>Capa Colorida, tabelas e ilustra\u00e7\u00f5es.<br \/>\n<strong>N\u00famero de P\u00e1ginas:\u00a0<\/strong>258<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Brasil vive uma verdadeira &#8211; febre -, em rela\u00e7\u00e3o aos cultivos de camar\u00f5es marinhos. Cada vez mais e mais empreendedores est\u00e3o investindo nessa \u00e1rea, atra\u00eddos pelas excelentes margens de lucro que a atividade proporciona.\u00a0Mas, investir na produ\u00e7\u00e3o de camar\u00f5es requer conhecimento e t\u00e9cnica. 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