{"id":901,"date":"2013-07-30T14:25:38","date_gmt":"2013-07-30T17:25:38","guid":{"rendered":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/macroalgas-especies-potenciais\/"},"modified":"2013-07-30T14:25:38","modified_gmt":"2013-07-30T17:25:38","slug":"macroalgas-especies-potenciais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/macroalgas-especies-potenciais\/","title":{"rendered":"Macroalgas"},"content":{"rendered":"<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><strong><i><span style=\"font-size: 12pt; font-family: Verdana, sans-serif; color: #597382;\">Eucheuma<\/span><\/i><\/strong><strong><span style=\"font-size: 12pt; font-family: Verdana, sans-serif; color: #597382;\"> spp.<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">A parede celular de algas vermelhas, como \u00e9 o caso da <i>Eucheuma<\/i>, assim como de outras algas (como <i>Chondrus<\/i>, <i>Kappaphycus<\/i>, <i>Hypnea<\/i>, por exemplo), \u00e9 rica um ficocol\u00f3ide chamado de carragena (pol\u00edmeros de D-galactose, caracterizados por apresentar grupos sulfatados). <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">As carragenas s\u00e3o divididas em tr\u00eas grupos de grande interesse comercial, cada um com propriedades e aplica\u00e7\u00f5es diferentes: lambda carragena (l), kappa carragena (k) e iota carragena (i). Elas s\u00e3o utilizadas na ind\u00fastria farmac\u00eautica, cosm\u00e9tica, de tintas e, principalmente, na ind\u00fastria aliment\u00edcia, conferindo propriedades estabilizantes e gelificantes aos alimentos. Devido \u00e0 sua particular reatividade com a prote\u00edna do leite (case\u00edna), \u00e9 utilizada em uma grande quantidade de produtos, como em sorvetes, queijos, pudins, fl\u00e3ns, iogurtes, gelatinas, produtos de padarias, alimentos diet\u00e9ticos, temperos e molhos. Al\u00e9m disso, s\u00e3o utilizadas como encorpadores de xaropes, em pastas de dentes, prepara\u00e7\u00f5es de drogas e lo\u00e7\u00f5es. Na \u00e1rea da biotecnologia, em imobiliza\u00e7\u00e3o de sistemas, tamb\u00e9m s\u00e3o utilizadas. <i>Eucheuma<\/i> e <i>Kappaphycus<\/i> respondem por quase 90% da produ\u00e7\u00e3o mundial de mat\u00e9ria-prima empregadas na extra\u00e7\u00e3o de carragenas (Faccini, 2007).<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Em 1960 uma empresa norte-americana de processamento de algas transferiu as suas atividades de coleta de mat\u00e9ria-prima para a extra\u00e7\u00e3o de carragena da Indon\u00e9sia para as Filipinas. As algas passaram a ser coletadas em recifes das ilhas de Central Visayas. Antes de completar 10 anos de atividades, os estoques locais de algas estavam completamente esgotados, mas foi exatamente a falta de produto para processamento e a necessidade de abastecimento do mercado que incentivou o in\u00edcio das atividades de cultivo destas esp\u00e9cies (FAO, 2010). <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Na d\u00e9cada de 1970 as fazendas de cultivo de macroalgas se popularizaram na \u00c1sia e com a demanda crescente de algas secas no mercado internacional, os cultivos de <i>Eucheuma<\/i> se expandiram tamb\u00e9m para o ocidente. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">O Brasil ainda n\u00e3o realiza cultivos de algas vermelhas em grande escala, mas h\u00e1 um grande mercado em potencial para este tipo de produto. No entanto, h\u00e1 que se ressaltar que essa ainda \u00e9 uma cadeia produtiva praticamente inexplorada, cuja atividade produtiva em escala comercial enfrentar\u00e1 os desafios e os perigos caracter\u00edsticos do pioneirismo. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><strong><i><span style=\"font-size: 12pt; font-family: Verdana, sans-serif; color: #597382;\">Hypnea musciformis<\/span><\/i><\/strong><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">No Brasil as duas esp\u00e9cies utilizadas como mat\u00e9ria prima para produ\u00e7\u00e3o de carragena s\u00e3o a alga ex\u00f3tica <i>Kappaphycus alvarezii<\/i> e a nativa <i>Hypnea musciformis<\/i> (Paula <i>et al<\/i>., 2001; Reis <i>et al<\/i>., 2006). Entretanto, os estoques naturais de <i>H. musciformis<\/i> s\u00e3o limitados, apesar de ser uma esp\u00e9cie de ampla distribui\u00e7\u00e3o no litoral brasileiro (Paula <i>et al<\/i>., 2001, 2002). Al\u00e9m disso, embora a esp\u00e9cie apresente alta taxa de crescimento (Reis <i>et al<\/i>., 2003, 2005),&nbsp; seu cultivo \u00e9 tecnicamente menos simples que o de <i>K. alvarezii<\/i> (Oliveira Filho, 2005). Segundo Paula &amp; Pereira (1998), diversos estudos experimentais foram desenvolvidos no litoral brasileiro, particularmente com esp\u00e9cies de agar\u00f3fitas, <i>Gracilaria<\/i> spp. e com a carragen\u00f3fita <i>Hypnea musciformis<\/i>, mas os resultados obtidos n\u00e3o estimularam o estabelecimento de cultivos comerciais<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">No entanto, como o dom\u00ednio das t\u00e9cnicas de maricultura pressup\u00f5e sempre a realiza\u00e7\u00e3o de estudos experimentais, relacionados aos aspectos ambientais e biol\u00f3gicos de uma determinada esp\u00e9cie (Santelices, 1999; Marinho-Soriano, 2005), \u00e9 fundamental que o potencial de utiliza\u00e7\u00e3o das algas nativas para a maricultura seja estudado e avaliado. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Um estudo sobre o potencial do uso de algas vermelhas de interesse comercial para a maricultura foi realizado por Reis <i>et al<\/i>. (2005), na Praia do Kutuca, munic\u00edpio de Mangaratiba, RJ. <i>H. musciformis<\/i> apresentou a maior taxa de crescimento, quando comparada com duas esp\u00e9cies de agar\u00f3fitas testadas (<i>Gracilaria caudata<\/i>, J. Agardh e <i>G. cervicornis<\/i> (Turner) J. Agardh), tanto em cultivos <i>in situ<\/i> quanto <i>in vitro<\/i>. Segundo os autores, os resultados qualificam <i>H. musciformis<\/i> como uma esp\u00e9cie apta para a utiliza\u00e7\u00e3o na maricultura.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">E o potencial de crescimento di\u00e1rio de <i>H. musciformis<\/i> \u00e9 inquestion\u00e1vel. Tanto nos estudos de Ganesan (2006), em que as algas cresceram 11,2% ao dia, quanto nos de Faccini &amp; Berchez (2000) e de Lima (2001), ambos realizados no Brasil, em que a taxas de crescimento di\u00e1rios variaram entre variaram entre 11% at\u00e9 valores m\u00e1ximos de 21%. Essas taxas s\u00e3o superiores \u00e0s obtidas para outras algas como <i>K. alvarezii <\/i>(9,99%,&nbsp; Eswaran <i>et al<\/i>., 2002), <i>Gracilaria edulis<\/i> (5%, Subbaramaiah &amp;Thomas, 1990) e <i>Gracilaria acerosa<\/i> (1,5%, Subbaramaiah &amp; Banumathi, 1992). <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Mas, para que todo esse potencial biol\u00f3gico possa se converter em produ\u00e7\u00e3o, em rendimento econ\u00f4mico, em gera\u00e7\u00e3o de renda e empregos, \u00e9 necess\u00e1rio que os eventuais gargalos tecnol\u00f3gicos, log\u00edsticos e comerciais sejam antes resolvidos. Em outras palavras, \u00e9 preciso desenvolver pesquisas, transformar essas pesquisas em tecnologias e transferir essa tecnologia aos eventuais maricultores ou investidores. A produ\u00e7\u00e3o de algas \u00e9 uma atividade ainda nova no pa\u00eds e pular essas etapas, principalmente quando se trabalha com pequenos produtores ou com as comunidades pesqueiras pode comprometer o grande potencial da atividade. Por isso, as algas s\u00e3o inclu\u00eddas no rol de esp\u00e9cies potenciais, inclusive a nativa <i>Hypnea musciformis<\/i>.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><strong><i><span style=\"font-size: 12pt; font-family: Verdana, sans-serif; color: #597382;\">Pterocladia capillacea<\/span><\/i><\/strong><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">H\u00e1 um outro grupo de algas de grande interesse para a ind\u00fastria, s\u00e3o as algas agar\u00f3fitas. \u00c1gar-\u00e1gar \u00e9 um termo que se refere a uma fam\u00edlia de polissacar\u00eddeos presentes em algumas algas vermelhas, como <i>Gelidium<\/i>, <i>Pterocladia<\/i> e <i>Gracilaria<\/i>, com estrutura de D e L-galactose. O \u00e1gar \u00e9 considerado o ficocol\u00f3ide mais valioso por algumas de suas caracter\u00edsticas, como forma\u00e7\u00e3o de gel em baixas concentra\u00e7\u00f5es, baixa reatividade com outras mol\u00e9culas e resist\u00eancia a degrada\u00e7\u00e3o por microorganismos, o que permite sua utiliza\u00e7\u00e3o na prepara\u00e7\u00e3o de meios de cultura, constituindo-se na mat\u00e9ria prima b\u00e1sica na biologia molecular. A partir de fra\u00e7\u00f5es menos i\u00f4nicas do \u00e1gar obt\u00e9m-se a agarose, um produto amplamente utilizado em biotecnologia, sendo alguns desses produtos podem chegar a custar US$ 25.000,00 o quilograma (Faccini, 2007).<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">O \u00e1gar tem sido utilizado tamb\u00e9m como agente gelificante para gel\u00e9ias de frutas e vegetais, em confeitarias para a prepara\u00e7\u00e3o de doces. Um grande mercado no ocidente \u00e9 para alimentos em conserva especialmente para animais dom\u00e9sticos. Al\u00e9m destas aplica\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m \u00e9 utilizado em emuls\u00f5es l\u00edquidas no tratamento de constipa\u00e7\u00e3o e como agente gelificante em g\u00e9is lubrificantes e pomadas (Faccini, 2007). <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Dentre as principais algas agar\u00f3fitas nativas no Brasil, destacam-se a <i>Pterocladia<\/i>, nas regi\u00f5es Sul e Sudestes e a Gracilaria, no Nordeste. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><i><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Pterocladia capillacea<\/span><\/i><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\"> \u00e9 uma alga vermelha, que apresenta clorofila a e d e ficobilinas (b, r e c-ficoeritina, aloficocianina e c e r-ficocianina), al\u00e9m de xantofilas e amido como subst\u00e2ncia de reserva (Lhullier, 2005).<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Entretanto, as informa\u00e7\u00f5es cient\u00edficas, tecnol\u00f3gicas ou mesmo comerciais a respeito de <i>P. capillacea<\/i> s\u00e3o bastante escassas. A obten\u00e7\u00e3o de mat\u00e9ria prima para fins industriais \u00e9 quase que exclusivamente originada da colheita em bancos naturais. N\u00e3o existe ainda uma tecnologia minimamente desenvolvida para a viabiliza\u00e7\u00e3o dos cultivos em escala comercial da esp\u00e9cie, raz\u00e3o pela qual <i>P. capillacea<\/i> \u00e9 aqui apresentada apenas como potencialmente cultiv\u00e1vel.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\"><span style=\"color: #000000; font-family: monospace; font-size: 12.222222328186035px; background-color: #eaeaea;\">[widgetkit id=53]<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Eswaran, K., Ghosh, P. K. &amp; Mairh, O. P. 2002. Experimental field cultivation of <i>Kappaphycus alvarezii<\/i> (Doty) Doty.ex.P.Silva at Mandapam region. Seaweed Res. Util. 24: 67-72.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Faccini, A. L. 2007. Import\u00e2ncia econ\u00f4mica e cultivo de algas marinhas. X Simp\u00f3sio de Biologia Marinha da Unisanta. 02-06 de julho de 2007. <\/span><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">16 p. Dispon\u00edvel em: http:\/\/sites.unisanta.br\/simposiobiomar\/2007\/downloads\/material\/ apostila%20do%20curso%20economica%20e%20cultivo.pdf. Acessado em 11\/04\/2010.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Faccini, A. &amp; Berchez, L. F. 2000. Management of natural beds and standing stock evaluation of <i>Hypnea musciformis<\/i> (Gigartinales, Rhodophyta) in south-eastern Brazil. <\/span><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">J. Appl. Phycol. 12: 101-103.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">FAO. 2010. <i>Eucheuma<\/i> spp. Cultured Aquatic Species Information Programme. <\/span><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Dispon\u00edvel em: http:\/\/www.fao.org\/fishery\/culturedspecies\/Eucheuma_spp\/en#tcN90078. Acessado em 11\/04\/2010.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Ganesan, M.; Thiruppathi, S. &amp; Bhavanath, J. H. A. 2006. Mariculture of <i>Hypnea musciformis<\/i> (Wulfen) Lamouroux in south east coast of India. <\/span><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Aquaculture 256: 201-211.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Lhullier, C. 2005. Triagem de macroalgas b\u00eanticas do litoral de Santa Catarina biomonitorada pelo ensaio de letalidade para larvas de Artemia salina e investiga\u00e7\u00e3o fitoqu\u00edmica de Pterocladiella capillacea. Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado) &#8211; Universidade Federal de Santa Catarina. Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Farm\u00e1cia, Florian\u00f3polis. 89 p.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Lima, G. 2001 Avalia\u00e7\u00e3o do potencial de crescimento &#8220;in vitro&#8221; e do rendimento em carragena da alga vermelha <i>Hypnea musciformis<\/i> (Hypneacea, Rhodophyta). Trabalho de Conclus\u00e3o de Curso de Oceanografia. Universidade do Vale de Itaja\u00ed. 39 p<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Marinho-Soriano, E. 2005. Cultivo experimental de <i>Gracilaria<\/i> no Rio Grande do Norte. pp. 115-124. In: Anais da X Reuni\u00e3o Brasileira de Ficologia. Salvador 2004. Rio de Janeiro, Museu Nacional. S\u00e9rie Livros 10.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Oliveira Filho, E. C. 2005. Considera\u00e7\u00f5es sobre o impacto ambiental do cultivo da alga <i>Kappaphycus alvarezii<\/i> na costa sudeste do Brasil. Boletim Ficol\u00f3gico, Ano 24 &#8211; 30 de novembro de 2005 (N005): 1-7.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Paula, E. J.; Erbert, C. &amp; Pereira, R. T. L. 2001. <\/span><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Growth rate of the carrageenophyte <i>Kappaphycus alvarezii<\/i> (Rhodophyta, Gigartinales) in vitro. <\/span><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Phycological Research 49: 155-161.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Paula, E. J. &amp; Pereira, R. T. L. 1998. Cultivo de Algas. Panorama da Aquicultura, Rio de Janeiro 8 (48): 10-15.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Paula, E. J.; Pereira, R. T. L. &amp; Ohno, M. 2002. <\/span><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Growth rate of the carrageenophyte <i>Kappaphycus alvarezii<\/i> (Rhodophyta, Gigartinales) introduced in subtropical waters of S\u00e3o Paulo State, Brazil. Phycological Research 50: 1-9.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Reis, R. P.; Barros-Barreto, M. B.; Caldeira, A. Q. &amp; Miranda, A. P. S. 2005. Cultivo de algas vermelha de interesse comercial na Ilha da Marambaia, Rio de Janeiro, Brasil. pp. 287-300. In: Anais da X Reuni\u00e3o Brasileira de Ficologia. Salvador 2004. Rio de Janeiro, Museu Nacional. S\u00e9rie Livros 10.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Reis, R. P.; Caldeira, A. Q.; Miranda, E. P. S. &amp; Barros-Barreto, M. B. 2006. <\/span><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Potencial para maricultura da carragen\u00f3fita <i>Hypnea musciformis<\/i> (Wulfen) J. V. Lamour. <\/span><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">(Gigartinales &#8211; Rhodophyta) na Ilha da Marambaia, Ba\u00eda de Sepetiba, RJ, Brasil. Acta bot. bras. 20(4): 763-769.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Reis, R. P.; Leal, M. C. R.; Yoneshigue-Valentin, Y. &amp; Belluco, F. 2003. Efeito de fatores bi\u00f3ticos no crescimento de <i>Hypnea musciformis<\/i> (Rhodophyta &#8211; Gigartinales). Acta bot. bras. 17(2): 279-286.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Santelices, B. 1999. A concepitual framework for marine agronomy. Hydrobiologia 398\/399: 15-23.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Subbaramaiah, K. &amp; Thomas, P. C. 1990. Raft cultivation of <i>Gracilaria edulis<\/i> (Gmel.) <\/span><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Silva. Proc. Indian Acad. Sci. 100: 123-127.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Eucheuma spp. A parede celular de algas vermelhas, como \u00e9 o caso da Eucheuma, assim como de outras algas (como Chondrus, Kappaphycus, Hypnea, por exemplo), \u00e9 rica um ficocol\u00f3ide chamado de carragena (pol\u00edmeros de D-galactose, caracterizados por apresentar grupos sulfatados). 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