{"id":899,"date":"2013-07-29T17:18:10","date_gmt":"2013-07-29T20:18:10","guid":{"rendered":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/moluscos\/"},"modified":"2013-07-29T17:18:10","modified_gmt":"2013-07-29T20:18:10","slug":"moluscos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/moluscos\/","title":{"rendered":"Moluscos"},"content":{"rendered":"<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><strong><span style=\"font-size: 12pt; font-family: Verdana, sans-serif; color: #597382;\">Berbig\u00e3o (<i>Anomalocardia brasiliana<\/i>)<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Tamb\u00e9m chamado de v\u00f4ngole, marisco-da-areia, ma\u00e7unim, papa-fumo, pedrinha, samanguai\u00e1, sarro-de-peito, sarro-de-pito, chumbinho, e simong\u00f3ia, <i>Anomalocardia brasiliana<\/i> est\u00e1 distribu\u00edda ao longo de toda a costa do Brasil, fazendo parte da culin\u00e1ria de v\u00e1rias regi\u00f5es, al\u00e9m de ter grande import\u00e2ncia socioecon\u00f4mica para as comunidades litor\u00e2neas.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Mas, devido a sua boa aceita\u00e7\u00e3o para a alimenta\u00e7\u00e3o humana, al\u00e9m de f\u00e1cil localiza\u00e7\u00e3o e captura, popula\u00e7\u00f5es de berbig\u00f5es t\u00eam sido artesanalmente exploradas indiscriminadamente por comunidades pesqueiras tanto para o consumo de subsist\u00eancia como para venda ao mercado consumidor (Ara\u00fajo, 2001). <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">N\u00e3o h\u00e1 ainda o dom\u00ednio das t\u00e9cnicas de reprodu\u00e7\u00e3o, larvicultura ou de engorda da esp\u00e9cie. Assim, a sua produ\u00e7\u00e3o em toda costa brasileira depende da extra\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie em bancos naturais, o que \u00e9 feito de forma totalmente sem controle e usualmente de maneira rudimentar. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Embora seja uma esp\u00e9cie de potencial interesse para a aquicultura, muito se tem que evoluir em termos de conhecimento cient\u00edfico e de desenvolvimento de tecnologias para que a esp\u00e9cie possa ser empregada em empreendimentos comerciais.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><strong><span style=\"font-size: 12pt; font-family: Verdana, sans-serif; color: #597382;\">Ostra-do-mangue (<i>Crassostrea rhizophorae<\/i>)<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">A ostra-do-mangue, <i>Crassostrea rhizophorae<\/i>, \u00e9 naturalmente encontrada em ambientes estuarinos tropicais da costa brasileira, fixadas em substratos, principalmente em ra\u00edzes de mangue (Nascimento, 1982). <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Como resultado da grande plasticidade fenot\u00edpica, as conchas de ostras das esp\u00e9cies <i>C. rhizophorae<\/i> e <i>C. brasiliana<\/i> s\u00e3o de dif\u00edcil identifica\u00e7\u00e3o apenas por meio de sua morfologia. Rios (1994) considera <i>C. brasiliana<\/i> como sin\u00f4nimo de <i>C. rhizophorae<\/i>. Entretanto, essa opini\u00e3o est\u00e1 longe de ser un\u00e2nime (Ignacio <i>et al<\/i>., 2000), exigindo o uso de ferramentas moleculares para correta identifica\u00e7\u00e3o de cada esp\u00e9cie. Varela <i>et al<\/i>. (2007) utilizando essas t\u00e9cnicas como ferramenta, concluiu n\u00e3o apenas que s\u00e3o esp\u00e9cies distintas, como tamb\u00e9m que <i>C. brasiliana<\/i> seria sinon\u00edmia de <i>C. gasar<\/i>, uma ostra encontrada naturalmente no litoral atl\u00e2ntico da \u00c1frica. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Se a diferencia\u00e7\u00e3o morfol\u00f3gica entre elas \u00e9 t\u00e3o complicada, \u00e9 razo\u00e1vel de se supor que muitos dos estudos, experimentos e dados gerados como se fossem relativos a uma determinada esp\u00e9cies sejam, na verdade, relativos \u00e0 outra. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">A experi\u00eancia de ostreicultores acostumados a coletar sementes de ostras no manguezal mostra, contudo, que alguns indiv\u00edduos crescem rapidamente, enquanto outros apresentariam taxas de crescimento bastante lentas. Segundo esses mesmos produtores, as sementes que n\u00e3o crescem s\u00e3o as de <i>C. rhizophorae.<\/i> <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><i><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">C. rhizophorae<\/span><\/i><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\"> \u00e9 conhecida popularmente como &#8220;ostra-da-pedra&#8221; ou &#8220;ostra-do-mangue&#8221;, sobretudo por estar fixada \u00e0s ra\u00edzes a\u00e9reas de mangue, ocorre na regi\u00e3o entre-mar\u00e9s e pode costuma atingir 10-12 cm de altura (Nascimento, 1982). <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">An\u00e1lises gen\u00e9ticas preliminares realizadas no \u00e2mbito destes PLDM (Boeger <i>et al<\/i>., em prepara\u00e7\u00e3o) d\u00e3o suporte \u00e0s observa\u00e7\u00f5es emp\u00edricas a respeito dessa menor taxa de crescimento de <i>C. rhizophorae<\/i>. Em fun\u00e7\u00e3o disso, essa esp\u00e9cie n\u00e3o \u00e9 aqui apresentada como uma esp\u00e9cie emergente, em termos de utiliza\u00e7\u00e3o em empreendimentos comerciais de maricultura.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Segundo dados da ent\u00e3o Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica (SEAP\/PR, 2009) havia solicita\u00e7\u00e3o de \u00e1reas para cultivos de <i>C. rhizophorae<\/i> em Alagoas (Coruripe), na Bahia (Cachoeira, Cairu, Candeias, Jaguaripe e Salvador), no Cear\u00e1 (Itarema), no Paran\u00e1 (Antonina, Guaraque\u00e7aba, Guaratuba, Paranagu\u00e1 e Pontal do Paran\u00e1), no Rio de Janeiro (Angra dos Reis, Arma\u00e7\u00e3o dos B\u00fazios, Cabo Frio, Casimiro de Abreu, Itagua\u00ed, Mangaratiba e Parati), no Rio grande do Norte (Galinhos), em Santa Catarina (Bombinhas, Florian\u00f3polis, Palho\u00e7a, Penha, Pi\u00e7arras, Porto Belo), em Sergipe (Pacatuba) e em S\u00e3o Paulo (Canan\u00e9ia e Ilha Comprida).<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><strong><span style=\"font-size: 12pt; font-family: Verdana, sans-serif; color: #597382;\">Bacucu (<i>Mytella guyanensis<\/i>)<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">As esp\u00e9cies de mitil\u00eddeos de interesse comercial que ocorrem no Brasil s\u00e3o: <i>Mytella falcata<\/i> e <i>Mytella guyanensis<\/i>, de \u00e1gua salobra; e <i>Perna perna<\/i> e <i>Mytilus edulis platensis<\/i>, de \u00e1gua oce\u00e2nica. Esta \u00faltima esp\u00e9cie ocorre somente no litoral do Rio Grande do Sul, enquanto as demais s\u00e3o encontradas em todo litoral brasileiro (Pereira <i>et al<\/i>., 2003). <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><i><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">M. guyanensis<\/span><\/i><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">, conhecido como sururu, marisco do mangue, mexilh\u00e3o de estu\u00e1rio, bacucu ou bico de ouro, \u00e9 encontrado em bosques de mangue, situados na zona intermareal de ambientes estuarinos (Nishida &amp; Leonel, 1995) e uma esp\u00e9cie muito abundante no interior das ba\u00edas do litoral paranaense.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Ela \u00e9 muito apreciada na culin\u00e1ria, especialmente nas regi\u00f5es litor\u00e2neas dos estados nordestinos. Por\u00e9m, n\u00e3o existem registros de cultivos comerciais da esp\u00e9cie no pa\u00eds e a demanda \u00e9 exclusivamente suprida por extratores, os chamados &#8220;catadores&#8221; de moluscos. A atividade de coleta tem quase sempre o envolvimento familiar, sendo as mulheres e as crian\u00e7as membros bastante efetivos.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Como h\u00e1 geralmente abund\u00e2ncia de organismos em bancos naturais, uma eventual produ\u00e7\u00e3o aqu\u00edcola da esp\u00e9cie teria que enfrentar a desproporcional concorr\u00eancia com o produto oriundo dessa atividade extrativa. Considerando que os custos envolvidos na extra\u00e7\u00e3o do bacucu s\u00e3o \u00ednfimos e os investimentos praticamente nulos, dificilmente o produto cultivado teria condi\u00e7\u00f5es de competir em pre\u00e7o com o produto extra\u00eddo da natureza. Al\u00e9m disso, ainda n\u00e3o h\u00e1 tecnologia suficientemente desenvolvida para o cultivo de <i>M. guyanensis<\/i> em escala comercial.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\"><span style=\"color: #000000; font-family: monospace; font-size: 12.222222328186035px; background-color: #eaeaea;\">[widgetkit id=51]<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Ara\u00fajo, C. M. Y. 2001. Biologia reprodutiva do berbig\u00e3o <i>Anomalocardia brasiliana<\/i> (Mollusca, Bivalvia, Veneridae) na Reserva Extrativista Marinha do Pirajuba\u00e9. Tese de Doutorado. Instituto de Bioci\u00eancias, Universidade de S\u00e3o Paulo. 204p.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Ignacio, B. L.; Absher, T. M.; Lazoski, C. &amp; Sol\u00e9-Cava, A. M. 2000. <\/span><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Genetic evidence of the presence of two species of Crassostrea (Bivalvia: Ostreidae) on the coast of Brazil. <\/span><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Marine Biology, 136: 987-991.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Nascimento, I. A. 1982. Cultivo de ostras no Brasil: problemas e perspectivas. <\/span><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Ci\u00eancia e Cultura, 35: 871-876.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Nishida, A. K. &amp; Leonel, R. M. V. 1995. <\/span><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Occurrence, population dynamics and habitat characterization of <i>Mytella guyanensis<\/i> (Lamarck, 1819) (Mollusca, Bivalvia) in the Para\u00edba do Norte river estuary. <\/span><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Bol. Inst. Oceanogr. 43(1): 41-49.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Pereira, O. M.; Hilberath, R. C.; Ansarah, P. R. A. &amp; Galv\u00e3o, M. S. N. 2003. Estimativa da produ\u00e7\u00e3o de <i>Mytella falcata<\/i> e de M<i>. guyanesis<\/i> em bancos naturais do estu\u00e1rio de Ilha Comprida &#8211; SP &#8211; Brasil. B. Inst. Pesca 29(2): 139-149. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Rios, E. C. 1994. SeasheIls of Brasil. Rio Grande, Editora da FURG, 2 edi\u00e7\u00e3o, 492 p. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">SEAP\/PR. 2009. Sistema de Informa\u00e7\u00f5es das Autoriza\u00e7\u00f5es de Uso das \u00c1guas de Dom\u00ednio da Uni\u00e3o para fins e Aquicultura (SINAU). Dispon\u00edvel em www.presidencia.gov.br\/seap. Acessado em 12\/12\/2009.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Varela, E. S.; Beasley, C. R.; Schneider, H.; Sampaio, I.; Marques-Silva, N. Do S. &amp; Tagliaro, A. C. H. 2007. Molecular phylogeny of Mangrove oysters (Crassostrea) from Brazil. <\/span><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Journal of Molluscan Studies, 73:229-234<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Berbig\u00e3o (Anomalocardia brasiliana) Tamb\u00e9m chamado de v\u00f4ngole, marisco-da-areia, ma\u00e7unim, papa-fumo, pedrinha, samanguai\u00e1, sarro-de-peito, sarro-de-pito, chumbinho, e simong\u00f3ia, Anomalocardia brasiliana est\u00e1 distribu\u00edda ao longo de toda a costa do Brasil, fazendo parte da culin\u00e1ria de v\u00e1rias regi\u00f5es, al\u00e9m de ter grande import\u00e2ncia socioecon\u00f4mica para as comunidades litor\u00e2neas. 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