{"id":898,"date":"2013-07-25T18:18:15","date_gmt":"2013-07-25T21:18:15","guid":{"rendered":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/peixes\/"},"modified":"2013-07-25T18:18:15","modified_gmt":"2013-07-25T21:18:15","slug":"peixes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/peixes\/","title":{"rendered":"Peixes"},"content":{"rendered":"<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><strong><span style=\"font-size: 12pt; font-family: Verdana, sans-serif; color: #597382;\">Sargo (<i>Archosargus probatocephalus<\/i>)<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">O sargo \u00e9 um peixe da fam\u00edlia Sparidae que apresenta um bom potencial para cultivo. Ele consegue se adaptar a uma grande amplitude de condi\u00e7\u00f5es ambientais e pode chegar a at\u00e9 14 kg. Estima-se que em condi\u00e7\u00f5es de cultivo o peixe possa atingir o tamanho de mercado (0,5 kg) em um ano (Landau, 1992).<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 14.25pt;\">De modo geral as esp\u00e9cies de sargo adaptam-se facilmente a sistemas intensivos de cria\u00e7\u00e3o e a dietas formuladas, apresentando boas taxas de crescimento (Lazo <\/span><i style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 14.25pt;\">et al<\/i><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 14.25pt;\">., 1998). Estas caracter\u00edsticas podem favorecer a sua produ\u00e7\u00e3o comercial, embora as taxas de convers\u00e3o alimentar at\u00e9 ent\u00e3o obtidas n\u00e3o serem ainda muito satisfat\u00f3rias (Heilman &amp; Spieler, 1999), o que suscita a necessidade de desenvolver ra\u00e7\u00f5es que atendam as suas exig\u00eancias nutricionais e proporcione melhor efici\u00eancia alimentar.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><strong><span style=\"font-size: 12pt; font-family: Verdana, sans-serif; color: #597382;\">Robalo-peva (<i>Centropomus parallelus<\/i>) e Robalo-flecha (<i>Centropomus undecimalis<\/i>) <\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Os Centropom\u00eddeos s\u00e3o peixes marinhos, eurihalinos, encontrados em ambientes com grande varia\u00e7\u00e3o de salinidade, tanto no mar, como em \u00e1gua de ambientes transacionais (salobros) e ambientes continentais (dulc\u00edcola) (Pier\u00e2ngeli et. al., 1998). Podem ser capturados em praias arenosas, por\u00e9m preferem locais com substratos duros e desembocaduras de rios. Ali\u00e1s, apresentam grande afinidade por \u00e1gua doce, o que coloca esse grupo como potencialmente cultivado tamb\u00e9m em \u00e1guas continentais.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">S\u00e3o peixes de grande import\u00e2ncia econ\u00f4mica e social (Pier\u00e2ngeli <i>et. al<\/i>., 1998), de carne nobre e excelentes caracter\u00edsticas organol\u00e9pticas (Tucker Jr. <i>et. al<\/i>., 1985), o que confere alto valor comercial \u00e0 esp\u00e9cie (Cavalheiro &amp; Pereira, 1998). <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">O robalo \u00e9 um peixe que se adapta relativamente bem ao cativeiro, tanto os jovens quanto os adultos s\u00e3o muito resistentes \u00e0s manipula\u00e7\u00f5es e varia\u00e7\u00f5es dos par\u00e2metros f\u00edsico-qu\u00edmicos da \u00e1gua (Chapman <i>et al<\/i>., 1982). <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">As duas principais esp\u00e9cies de robalos que v\u00eam, sendo avaliadas para uso na maricultura s\u00e3o o robalo-peva (<i>Centropomus parallelus<\/i>) e o robalo-flecha (<i>Centropomus undecimalis<\/i>). No entanto, o primeiro apresenta como grande limita\u00e7\u00e3o ao uso em cultivos comerciais a sua baixa taxa de crescimento, enquanto o segundo \u00e9 relativamente mais raro na natureza e a tecnologia para sua reprodu\u00e7\u00e3o e larvicultura ainda precisa ser melhor desenvolvida, n\u00e3o havendo produ\u00e7\u00e3o regular de alevinos no pa\u00eds.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><strong><span style=\"font-size: 12pt; font-family: Verdana, sans-serif; color: #597382;\">Carapeba branca (<i>Diapterus rhombeus<\/i>) <\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">A caratinga ou carapeba (<i>Diapterus rhombeus<\/i>, Cuvier, 1829) \u00e9 um Gerreidae muito conhecido nos ambientes costeiros do Sul e Sudeste do Brasil. \u00c9 uma das esp\u00e9cies mais abundantes da ba\u00eda de Guaratuba e tamb\u00e9m da ba\u00eda de Paranagu\u00e1. Na primeira ba\u00eda a esp\u00e9cie n\u00e3o apresenta varia\u00e7\u00e3o sazonal de abund\u00e2ncia, enquanto na segunda \u00e9 mais abundante no ver\u00e3o (Chaves &amp; Otto, 1998). Nessa regi\u00e3o sua desova acontece provavelmente na primavera (Chaves, 1994). <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Segundo a FAO (2005), a caratinga \u00e9 uma das esp\u00e9cies com potencial para ser empregado na ainda recente piscicultura marinha brasileira. No entanto, ainda n\u00e3o existe nenhum registro de cultivo de caratinga em escala comercial e mesmo os dados experimentais a respeito do rendimento da esp\u00e9cie em cativeiro s\u00e3o bastante escassos.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><strong><span style=\"font-size: 12pt; font-family: Verdana, sans-serif; color: #597382;\">Cioba (<i>Lutjanus analis<\/i>) <\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">A fam\u00edlia Lutjanidae engloba uma s\u00e9rie de peixes demersais, como o ariac\u00f3, pargo, cioba, dentre outros, que se distribuem por regi\u00f5es tropicais e subtropicais de todo o mundo. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">No Brasil, a pesca comercial de lutjan\u00eddeos vem sendo praticada desde a introdu\u00e7\u00e3o das linhas pargueiras pelos portugueses nas d\u00e9cadas de 50 e 60 (Resende <i>et al.<\/i>, 2003). No entanto, tal como acontece com muitos dos estoques pesqueiros mundiais, as pescarias desses peixes est\u00e3o sendo praticadas al\u00e9m do seu rendimento m\u00e1ximo sustent\u00e1vel (Ault <i>et al<\/i>., 1998). Inclusive, a organiza\u00e7\u00e3o International Union for Conservation of Nature classificou a cioba (<i>Lutjanus analis<\/i>) como vulner\u00e1vel e sob o risco de extin\u00e7\u00e3o (IUCN, 2000). <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Al\u00e9m do grande interesse comercial envolvido na captura e comercializa\u00e7\u00e3o de lutjan\u00eddeos, eles come\u00e7am a despertar tamb\u00e9m o interesse como esp\u00e9cies de elevado potencial para a aquicultura. S\u00e3o caracter\u00edsticas bastante favor\u00e1veis o fato de apresentarem ampla aceita\u00e7\u00e3o pelo mercado e valor relativamente elevado; aceitar bem alimentos peletizados; poderem ser mantidos em tanques-rede sem apresentar um comportamento agressivo; os juvenis apresentarem bom desempenho quando alimentados com dietas contendo ingredientes proteicos de origem vegetal e j\u00e1 ser poss\u00edvel realizar sua reprodu\u00e7\u00e3o em condi\u00e7\u00f5es ambientais controladas (Freitas, 2009).<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Por\u00e9m, apesar de tudo isso, a tecnologia de cultivo dos membros dessa fam\u00edlia, e especialmente da cioba, ainda n\u00e3o est\u00e1 suficientemente desenvolvida a ponto de que possa ser empregada em empreendimentos realizados em escala comercial ou mesmo ser recomendada para um programa de zoneamento e fomento da maricultura, como \u00e9 o caso dos PLDM.&nbsp; Por este motivo, a cioba, representando os lutjan\u00eddeos de uma forma em geral, est\u00e1 aqui classificada como &#8220;esp\u00e9cie potencial&#8221;. Uma esp\u00e9cie que possivelmente ser\u00e1 empregada na maricultura brasileira, ap\u00f3s o maior dom\u00ednio das t\u00e9cnicas de cultivo e do desenvolvimento de insumos apropriados.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><strong><span style=\"font-size: 12pt; font-family: Verdana, sans-serif; color: #597382;\">Linguado-vermelho (<i>Paralichthys orbignyanus<\/i>) <\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">O sucesso do cultivo de <i>P. olivaceus<\/i>, principalmente no Jap\u00e3o, despertou o interesse em outras esp\u00e9cies de Paralichthys, que est\u00e3o sendo estudadas com o objetivo de serem cultivadas em diferentes pa\u00edses. No Brasil, o linguado <i>P. orbignyanus<\/i> vem sendo considerado um bom candidato \u00e0 piscicultura. Essa esp\u00e9cie possui a carne de alta qualidade e atinge um elevado valor de mercado, representando um importante recurso pesqueiro no sul do Brasil, (Cerqueira <i>et al<\/i>., 1997; D\u00edaz de Astarloa &amp; Munroe, 1998; D\u00edaz de Astarloa, 2002). <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">O linguado tem sido alvo de pesquisas recentes no Sul do Brasil, especialmente em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul (Walesiesky <i>et al<\/i>., 1994;&nbsp; Fonseca Neto &amp; Spach, 1999; Bianchini <i>et al<\/i>., 1996; Cerqueira <i>et al<\/i>., 1997; Walesiesky <i>et al<\/i>., 1997; Sampaio, 2008). O objetivo desses trabalhos \u00e9 desenvolver uma tecnologia que permita o cultivo comercial da esp\u00e9cie.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Al\u00e9m do elevado valor de mercado, da sua m\u00e9dia ou alta vulnerabilidade ambiental (Cheung <i>et al.<\/i>, 2005), outras caracter\u00edsticas estimulam o cultivo do linguado. Entre elas podem ser destacadas a toler\u00e2ncia a uma ampla faixa de temperatura e salinidade (Wasielesky <i>et al.<\/i>, 1995; 1998), a sobreviv\u00eancia em \u00e1guas \u00e1cidas (Wasielesky <i>et al<\/i>., 1997) e a resist\u00eancia a concentra\u00e7\u00f5es elevadas de compostos nitrogenados (Bianchini <i>et al.<\/i>, 1996). O crescimento do linguado \u00e9 reduzido em cerca de 10-15% em \u00e1gua doce quando se compara com linguados produzidos em salinidades mais altas (Sampaio <i>et al<\/i>., 2001; Sampaio &amp; Bianchini, 2002), mas a capacidade de sobreviver em \u00e1gua doce \u00e9 muito importante, especialmente para o seu cultivo em regi\u00f5es estuarinas, que enfrentam continua varia\u00e7\u00e3o de salinidade.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Apesar do pouco tempo de estudo sobre o cultivo de linguado, as perspectivas para a sua produ\u00e7\u00e3o comercial s\u00e3o animadoras e, em um futuro pr\u00f3ximo, com o desenvolvimento de dietas artificiais para a fase engorda, a esp\u00e9cie pode vir a ser cultivada em larga escala.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><strong><span style=\"font-size: 12pt; font-family: Verdana, sans-serif; color: #597382;\">Pampo (<i>Trachinotus carolinus<\/i>) <\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Nos Estados Unidos, desde 1952 existem relatos de pesquisas sobre a produ\u00e7\u00e3o do pampo em cativeiro. V\u00e1rias outras tentativas ocorreram durante as d\u00e9cadas de 1960 e 1970, por\u00e9m sempre frustradas. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Quase todas as pesquisas envolvendo pampo foram realizadas com alevinos de animais selvagens, devido \u00e0 falta de confiabilidade e imprevisibilidade das desovas de pampos em cativeiro. Na d\u00e9cada de 1970, pampos juvenis foram cultivados em gaiolas de alum\u00ednio de 1m\u00b3 na Fl\u00f3rida, com algum sucesso. Esse tentativa mostrou que pampos juvenis podem ser cultivados com sucesso desde 7 g at\u00e9 o tamanho de mercado (cerca de 454 g) em 47 a 51 semanas. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Tanques e gaiolas de madeira foram usados na Venezuela na d\u00e9cada de 1970, com resultados bastante vari\u00e1veis (Smith, 1973; Jory <i>et al<\/i>., 1985). As gaiolas estavam posicionadas em \u00e1reas de alta salinidade e temperatura, o que resultou em surtos de doen\u00e7as e mortalidade elevada. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Os pampos s\u00e3o animais relativamente resistentes e bem adaptados ao cultivo, mesmo em sistemas de alta densidade. Por\u00e9m, v\u00e1rias barreiras precisam ser superadas para que os cultivos possam alcan\u00e7ar o n\u00edvel de sucesso comercial: produ\u00e7\u00e3o confi\u00e1vel de alevinos e juvenis; desenvolvimento de alimentos formulados que proporcionem o m\u00e1ximo rendimento para a esp\u00e9cie (sem isso, as taxas de convers\u00e3o alimentar obtidas podem variar de 2 a mais de 6 (Jory <i>et al<\/i>., 1985)); controle adequado de doen\u00e7as.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;\"><span style=\"color: #000000; font-family: monospace; font-size: 12.222222328186035px; background-color: #eaeaea;\">[widgetkit id=50]<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 7pt;\">Ault, J. S.; Bohnsack, J. A. &amp; Meester, G. A. 1998. A retrospective (1979-1996) multispecies assessment of coral reef fish stocks in the Florida Keys. Fishes Bulletin 96(3): 395-414.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Bianchini, A.; Wasielesky, W. J. &amp; Miranda, K. F. 1996. Toxity of nitrogenus compounds to juveniles of flatfish <i>Paralichthys orbignianus<\/i>. <\/span><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Bull. Environ. Contam. Dordrecht 5: 453-459.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 7pt;\">Cavalheiro, J. M. O. &amp; Pereira, J. A. 1998. Efeito de diferentes n\u00edveis de prote\u00ednas e energia em dietas no crescimento do robalo, <\/span><i style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 7pt;\">Centropomus parallelus<\/i><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 7pt;\"> (Poey, 1860) em \u00e1gua doce. In: Aquicultura Brasil 98. Recife, PE. V.2. Anais, p.35-39.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Cerqueira, V. R.; Mioso, R.; Macchiavello; J. A. G.; Brugger, A. M. 1997. Ensaios de indu\u00e7\u00e3o \u00e0 desova de linguado (<i>Paralichthys orbignyanus,<\/i> Valenciennes, 1839). <\/span><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">B. Inst. Pesca 24 (especial), 247-254.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Chapman, P.; Cross, F.; Fish, W. &amp; Jones, K. 1982. Final report for sport fish introductions project. Study I: Artificial culture of Snook. Florida Game and Fresh Water Fish Commission. <\/span><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">35 p.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 7pt;\">Chaves, P. T. C. 1994. A incuba\u00e7\u00e3o de ovos e larvas em <\/span><i style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 7pt;\">Genidens genidesn<\/i><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 7pt;\"> (Valenciennes) (Siluriformes, Ariidae) da Ba\u00eda de Guaratuba, Paran\u00e1, Brasil. Revista Bras. Zool. 12(4): 759-766.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 7pt;\">Chaves, P. T. C. &amp; Otto, G. 1998. Aspectos biol\u00f3gicos de <\/span><i style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 7pt;\">Diapterus rhombeus<\/i><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 7pt;\"> (Cuvier) (Teleostei, Gerreidae) na Ba\u00eda de Guaratuba, Paran\u00e1, Brasil. Revista Bras. Zool. 15(2): 289-295.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 7pt;\">Cheung, W. W. L.; Pitcher, T. J. &amp; Pauly, D. 2005. A fuzzy logic expert system to estimate intrinsic extinction vulnerabilities of marine fishes to fishing Biol. Conserv. 124:97-111.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">D\u00edaz de Astarloa, J. M. 2002. <\/span><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">A review of the flatfish fisheries of the south Atlantic Ocean. <\/span><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Revista de Biologia Marina y Oceanograf\u00eda 37(2): 113-125.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">D\u00edaz de Astarloa, J. M. &amp; Munroe, T. A. 1998. <\/span><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Systematics, distribution and ecology of commercially important paralichthyid flounders occurring in Argentinean-Uruguayan waters (<i>Paralichthys<\/i>, Paralichthyidae): an overview. <\/span><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">J. Sea Res. 39:1-9.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">FAO, 2005. National Aquaculture Sector Overview. Brazil. National Aquaculture Sector Overview Fact Sheets. Text by Suplicy, F. M. In: FAO Fisheries and Aquaculture Department. <\/span><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Dispon\u00edvel em: http:\/\/www.fao.org\/fishery\/countrysector \/naso_brazil\/en. Acessado em 24\/03\/2010.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 7pt;\">Fonseca Neto, J. C. &amp; Spach, H. L. 1999. Sobreviv\u00eancia de juvenis de <\/span><i style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 7pt;\">Mugil platanus<\/i><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 7pt;\">, Gunter, 1880 (Pisces, Mugilidae) em diferentes salinidades. Bol. Inst. Pesca 25, 13-17.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Freitas, L. E. L. 2009. Crescimento da cioba, <i>Lutjanus analis<\/i>, alimentada com ra\u00e7\u00f5es contendo fontes proteicas vegetais em substitui\u00e7\u00e3o a ingredientes de origem marinha. <\/span><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado. Instituto de Ci\u00eancias do Mar, 62 p.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 7pt;\">Heilman, M. J.; Spieler, R. E. The daily feeding rhythm to demand feeders and the effects of timed meal-feeding on the growth of juvenile <\/span><i style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 7pt;\">Florida pompano<\/i><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 7pt;\">, (<\/span><i style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 7pt;\">Trachinotus carolinus<\/i><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 7pt;\">). Aquaculture, n. 180, p. 53-64, 1999.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">IUCN, 2000. The IUCN red list of threatened species. <\/span><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Dispon\u00edvel em: www.iucn.org. Acessado em 23\/03\/2010.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Jory, D.; Iversen, E. &amp; Lewis, R., 1985. Culture of the fishes of the genus <i>Trachinotus<\/i> (Carangidae) in the western Atlantic. <\/span><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">J. World Maric. Soc. 16, pp. 87-94.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 7pt;\">Landau, M. 1992. Introduction to Aquaculture. John Wiley &amp; Sons 464 p.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Lazo, J. P.; Davis, D. A.; Arnold, C. R. 1998. The effects of dietary protein levelon growth, feed efficiency and survival of juvenile <i>Florida pompano<\/i> (<i>Trachinotus carolinus<\/i>). <\/span><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Aquaculture, Amsterdam, v. 169, n. 3-4, p. 225-232.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 7pt;\">Pier\u00e2ngeli, A.; Vanacor, M.; Helmer, J. L. &amp; Castro, J. 1998. Estudo preliminar da toler\u00e2ncia m\u00ednima dos &#8220;robalos&#8221; <\/span><i style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 7pt;\">Centropomus undecimalis<\/i><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 7pt;\"> e <\/span><i style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 7pt;\">Centropomus parallelus<\/i><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 7pt;\"> (Pisces, Centropomidae). In: Aquicultura Brasil 98. Recife. Resumos. Recife, p. 129.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 7pt;\">Resende, S. M.; Ferreira, B. P. &amp; Fredou, T. 2003. A pesca de lutjan\u00eddeos no nordeste do Brasil: hist\u00f3rico das pescarias, caracter\u00edsticas das esp\u00e9cies e relev\u00e2ncia para o manejo. Bol. T\u00e9cn. Cient. CEPENE, 11(1): 257 &#8211; 270.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 7pt;\">Sampaio, J. A. O. 2008. Desempenho de linguados <\/span><i style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 7pt;\">Paralichthys orbignyanus<\/i><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 7pt;\"> em policultivo com tainhas <\/span><i style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 7pt;\">Mugil platanus<\/i><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 7pt;\"> em viveiros de solo, no per\u00edodo de outono e inverno. Disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado. P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Aquicultura. Funda\u00e7\u00e3o Universidade Federal de Rio Grande, 33 p.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Sampaio, L. A. &amp; Bianchini, A. 2002. <\/span><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Salinity effects on osmorregulation and growth of the eurialine flounder <i>Paralichthys orbignyanus<\/i>. <\/span><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">2002. J. Exp. Mar. Biol. Ecol 269: 187-196.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Sampaio, L. A., Bianchini, A. &amp; Cerqueira, V.R. 2001. <\/span><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Growth of juvenile Brazilian flounder, <i>Paralichthys orbignianus<\/i> cultured in different salinities. J. Appl. Aquaculture 11(1\/2): 67-75.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 7pt;\">Smith, T. I. J. 1973. The commercial feasibility of rearing pompano, <\/span><i style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 7pt;\">Trachinotus carolinus<\/i><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 7pt;\"> (Linnaeus) in cages. Florida Sea Grant Technical Bulletin, No. 26. 62 pp.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 7pt;\">Tucker, J. R.; Landau, J. W. &amp; Faulkner, B. E. 1985. Culinary value and Cofu position of wild and captive common snook <\/span><i style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 7pt;\">Centropomus undecimalis<\/i><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 7pt;\">. Florida Science 48(4): 196-200.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 7pt;\">Wasielesky. W. J.; Bianchini, A. &amp; Miranda Filho, K. 1998. Tolerancia a la temperatura de juveniles de lenguado <\/span><i style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 7pt;\">Paralichthys orbignianus<\/i><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 7pt;\">. Frente Maritmo 17: 43-48.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Wasielesky, W. J.; Bianchini, A.; Santos, M. H. S. &amp; Poersch, L. H. 1997. <\/span><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Tolerance of juveniles flatfish <i>Paralichthys orbignianus<\/i> to acid stress. World Aquaculture 28, 202-204.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Wasielesky. W. J.; Miranda Filho, K. &amp; Bianchini, A. 1995. Toler\u00e2ncia do linguado <i>Paralichthys orbignianus<\/i> a salinidade. <\/span><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Arq. Biol. 38: 385-395.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\"><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Wasielesky, W. J.; Poersch, L. H. &amp; Bianchini, A. 1994. <\/span><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Consumo de oxig\u00eanio do linguado <i>Paralichthys orbignianus<\/i> em diferentes condi\u00e7\u00f5es de salinidade e temperatura. <\/span><span style=\"font-size: 7pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Arq. Biol. Tecnol 37, 817-825.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 9pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 14.25pt;\">&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sargo (Archosargus probatocephalus) O sargo \u00e9 um peixe da fam\u00edlia Sparidae que apresenta um bom potencial para cultivo. 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