{"id":3352,"date":"2018-09-21T14:09:37","date_gmt":"2018-09-21T17:09:37","guid":{"rendered":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/?p=3352"},"modified":"2019-05-10T15:25:14","modified_gmt":"2019-05-10T18:25:14","slug":"ecotoxicologia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/ecotoxicologia\/","title":{"rendered":"Ecotoxicologia1"},"content":{"rendered":"<p>[et_pb_section bb_built=&#8221;1&#8243;][et_pb_row][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243;][et_pb_text admin_label=&#8221;Doutorando Diego Junqueira Stevanato&#8221; _builder_version=&#8221;3.0.86&#8243;]<\/p>\n<p><strong>Projeto de Pesquisa:<\/strong>&nbsp;\u201cEfeitos de hidrocarbonetos derivados de petr\u00f3leo sobre a ontogenia de <em>Astyanax altiparanae<\/em> (Garutti &amp; Britski, 2000)\u201d.<\/p>\n<p>Acidentes envolvendo petr\u00f3leo e seus derivados est\u00e3o cada vez mais frequentes e este tipo de acidente teve um consider\u00e1vel aumento no final do s\u00e9culo XX. Desde 1930, o tema petr\u00f3leo vem sendo amplamente discutido no pa\u00eds. Involuntariamente o petr\u00f3leo \u00e9 liberado no ambiente atrav\u00e9s, principalmente, de incidentes durante o transporte.<\/p>\n<p>Uma vez no meio, esse pode sofrer diversas transforma\u00e7\u00f5es como volatiliza\u00e7\u00e3o, hidr\u00f3lise, biodegrada\u00e7\u00e3o e outros. Os ambientes aqu\u00e1ticos continentais, por possu\u00edrem em grande parte pouca movimenta\u00e7\u00e3o hidrol\u00f3gica, quando submetidos \u00e0s grandes concentra\u00e7\u00f5es de hidrocarbonetos, podem ser considerados mais castigados em rela\u00e7\u00e3o aos ambientes marinhos.<\/p>\n<p>Em fun\u00e7\u00e3o dos efeitos biol\u00f3gicos e ecol\u00f3gicos ocasionados pelo vazamento desses compostos gera-se uma igualdade na demanda de pesquisas que determinam os poss\u00edveis efeitos t\u00f3xicos dos hidrocarbonetos do petr\u00f3leo em meio aqu\u00e1tico.<\/p>\n<p>Apesar do crescente n\u00famero de estudos na \u00e1rea, pouco se sabe sobre os efeitos dos derivados do petr\u00f3leo sobre peixes da ictiofauna dulc\u00edcola brasileira. Al\u00e9m disso, grande parte dos trabalhos utilizam peixes ex\u00f3ticos como biomarcadores\/bioindicadores de impacto, n\u00e3o ressaltando a import\u00e2ncia de peixes nativos da regi\u00e3o dos ocorridos acidentes.<\/p>\n<p>Para isso, objetiva-se investigar os poss\u00edveis impactos ocasionados pela exposi\u00e7\u00e3o aguda \u00e0 fra\u00e7\u00e3o sol\u00favel do petr\u00f3leo e derivados sobre as caracter\u00edsticas morfofisiol\u00f3gicas de larvas de lambaris-do-rabo-amarelo (<em>Astyanax altiparanae<\/em>), conduzida por estudos com:<\/p>\n<ul>\n<li>Influ\u00eancia da temperatura no desenvolvimento larval da esp\u00e9cie;<\/li>\n<li>Estabelecer as concentra\u00e7\u00f5es ideais de cada derivado do petr\u00f3leo sob as fases larvais, p\u00f3s-larvais e juvenis de <em>Astyanax altiparanae<\/em>;<\/li>\n<li>Avaliar as poss\u00edveis altera\u00e7\u00f5es sob as taxas de eclos\u00e3o, desenvolvimento morfol\u00f3gico e sobreviv\u00eancia de larvas e p\u00f3s-larvas da esp\u00e9cie estudada durante sua exposi\u00e7\u00e3o aos diferentes derivados do petr\u00f3leo;<\/li>\n<li>Avaliar a taxa de sobreviv\u00eancia e desenvolvimento morfol\u00f3gico de juvenis do lambari <em>A. altiparanae<\/em>, expostos quando em fases larvais aos derivados de petr\u00f3leo;<\/li>\n<\/ul>\n<p>Avaliar as poss\u00edveis altera\u00e7\u00f5es histopatol\u00f3gicas nos juvenis de <em>A. altiparanae<\/em>, enfatizando os processos ocorridos durante o desenvolvimento e matura\u00e7\u00e3o gonadal ap\u00f3s a exposi\u00e7\u00e3o de cada um dos derivados de petr\u00f3leo avaliados.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-3353\" src=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/Diego.jpg\" alt=\"\" width=\"543\" height=\"532\" srcset=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/Diego.jpg 800w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/Diego-750x735.jpg 750w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/Diego-300x294.jpg 300w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/Diego-768x753.jpg 768w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/Diego-440x431.jpg 440w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/Diego-627x614.jpg 627w\" sizes=\"(max-width: 543px) 100vw, 543px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Diego Junqueira Stevanato<\/strong><\/p>\n<p>Tem gradua\u00e7\u00e3o em zootecnia pela Universidade Estadual Paulista (UNESP 2012), mestrado em zootecnia pela Universidade Federal do Paran\u00e1 (UFPR 2016) e, \u00e9 doutorando no Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Zootecnia na UFPR. Tem experi\u00eancia com aquicultura continental com \u00eanfase na piscicultura de esp\u00e9cies nativas comerciais. Trabalha no monitoramento e na ado\u00e7\u00e3o de medidas de mitiga\u00e7\u00e3o de impactos ambientais, principalmente em linhas de pesquisa de ecotoxicologia aqu\u00e1tica com derivados do craqueamento do petr\u00f3leo e tamb\u00e9m no monitoramento de impactos ambientais de esp\u00e9cies aqu\u00e1ticas invasoras como o hidrozo\u00e1rio<em> Cordylophora&nbsp;caspia<\/em> e do mexilh\u00e3o-dourado <em>Limnoperna fortunei<\/em>.<\/p>\n<p><strong>Orcid<\/strong> &nbsp;&nbsp;&nbsp;<a href=\"https:\/\/orcid.org\/0000-0002-5313-9167\">https:\/\/orcid.org\/0000-0002-5313-9167<\/a><\/p>\n<p><strong>Lattes&nbsp;<\/strong><a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/7395885633087666\">http:\/\/lattes.cnpq.br\/7395885633087666<\/a><\/p>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[et_pb_section bb_built=&#8221;1&#8243;][et_pb_row][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243;][et_pb_text admin_label=&#8221;Doutorando Diego Junqueira Stevanato&#8221; _builder_version=&#8221;3.0.86&#8243;] Projeto de Pesquisa:&nbsp;\u201cEfeitos de hidrocarbonetos derivados de petr\u00f3leo sobre a ontogenia de Astyanax altiparanae (Garutti &amp; Britski, 2000)\u201d. 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