{"id":2704,"date":"2018-04-12T14:22:36","date_gmt":"2018-04-12T17:22:36","guid":{"rendered":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/?p=2704"},"modified":"2021-04-20T12:24:07","modified_gmt":"2021-04-20T15:24:07","slug":"acoes-e-impactos-dos-principais-metodos-quimicos-utilizados-no-controle-de-moluscos-bivalves-incrustantes-no-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/acoes-e-impactos-dos-principais-metodos-quimicos-utilizados-no-controle-de-moluscos-bivalves-incrustantes-no-mundo\/","title":{"rendered":"A\u00e7\u00f5es e impactos dos principais m\u00e9todos qu\u00edmicos utilizados no controle de moluscos bivalves incrustantes no mundo"},"content":{"rendered":"<p>Por Diego Junqueira Stevanato e Fabr\u00edcio Salvador Vidal<\/p>\n<p>Os m\u00e9todos de controle qu\u00edmico s\u00e3o os mais utilizados, por\u00e9m com consequ\u00eancias ambientais ainda n\u00e3o suficientemente bem compreendidas. A escolha desse biocidas\/moluscidas deve seguir uma an\u00e1lise rigorosa devido ao potencial t\u00f3xico associado \u00e0 maioria desses produtos e aos poss\u00edveis riscos que podem provocar \u00e0 sa\u00fade humana. Esses produtos ainda, mesmo que com autoriza\u00e7\u00e3o especial para uso, n\u00e3o se degradam totalmente, podendo se acumular em diferentes substratos, contaminando \u00e1guas superficiais e subterr\u00e2neas. Outro fator\u00a0 relacionado aos res\u00edduos qu\u00edmicos, proveniente desses processos, \u00e9 a possibilidade\u00a0 de reagirem com\u00a0 outros compostos presentes no ambiente, gerando como consequ\u00eancias\u00a0 subprodutos que podem ser prejudiciais a outros organismos e ao homem. Os danos causados por esses produtos, ainda, podem exercer a\u00e7\u00f5es corrosivas das estruturas hidr\u00e1ulicas. Na Tabela abaixo est\u00e3o descritas as a\u00e7\u00f5es e os impactos ambientais e operacionais dos produtos qu\u00edmicos utilizados no controle da incrusta\u00e7\u00e3o de organismos bivalves<em>\u00a0<\/em>em sistemas hidr\u00e1ulicos.<\/p>\n<p>Tabela 1. A\u00e7\u00f5es e impactos dos principais produtos qu\u00edmicos usados no combate de organismos incrustantes no mundo.<\/p>\n<table width=\"98%\">\n<thead>\n<tr>\n<td width=\"18%\"><strong>M\u00e9todo de controle<\/strong><\/td>\n<td width=\"20%\"><strong>A\u00e7\u00e3o<\/strong><\/td>\n<td width=\"20%\"><strong>Impactos ambientais<\/strong><\/td>\n<td width=\"20%\"><strong>Impactos operacionais<\/strong><\/td>\n<td width=\"19%\"><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/thead>\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"18%\">Am\u00f4nia<\/td>\n<td width=\"20%\">Reduz a quantidade de tempo em que as valvas s\u00e3o mantidas abertas para a respira\u00e7\u00e3o e filtra\u00e7\u00e3o; Prejudica a secre\u00e7\u00e3o do fio de bisso; Reduz a a\u00e7\u00e3o ciliar e altera o metabolismo.<\/td>\n<td width=\"20%\">Provoca impactos ecotoxicol\u00f3gicos diretos e indiretos nas comunidades aqu\u00e1ticas. A forma n\u00e3o ionizada (NH<sub>3<\/sub>), por ser mais sol\u00favel em lip\u00eddios, se difunde facilmente pelas membranas celulares, causando efeitos t\u00f3xicos, mesmo em baixas concentra\u00e7\u00f5es; A forma n\u00e3o ionizada (NH<sub>3<\/sub>), por ser mais sol\u00favel em lip\u00eddios, se difunde facilmente pelas membranas celulares, causando efeitos t\u00f3xicos, mesmo em baixas concentra\u00e7\u00f5es;<\/td>\n<td width=\"20%\">Pode ser sufocante e pode causar queimaduras nos olhos e pele, causando irrita\u00e7\u00e3o \u00e0 garganta e trato respirat\u00f3rio; Pode ser fatal em concentra\u00e7\u00f5es altas mesmo em curtos per\u00edodos de exposi\u00e7\u00e3o. N\u00e3o existe na literatura efeitos sob as estruturas hidr\u00e1ulicas.<\/td>\n<td width=\"19%\">Montresor, Miranda-Filho et al. (2013); Montresor (2015)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"18%\">BAYLUSCIDE WP70<\/td>\n<td width=\"20%\">Produto com a\u00e7\u00e3o moluscida, usado inicialmente no controle de gastr\u00f3podos.<\/td>\n<td width=\"20%\">Produto com baixa a\u00e7\u00e3o residual, tendo seus res\u00edduos quebrados por processos de hidr\u00f3lise e fot\u00f3lise e pode ser degradado, tamb\u00e9m, por a\u00e7\u00e3o microbiana. N\u00e3o exerce influ\u00eancia qualitativa sobre os sistemas aqu\u00e1ticos.<\/td>\n<td width=\"20%\">N\u00e3o foram encontrados dados cient\u00edficos, sobre os impactos operacionais, na literatura.<\/td>\n<td width=\"19%\">Dawson (2003); Cataldo, Boltovskoy et al. (2003); Claudi and de Oliveira (2015)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"18%\">BULAB 6002<sup>\u00ae<\/sup><\/td>\n<td width=\"20%\">Microbiocida cati\u00f4nico sol\u00favel em \u00e1gua utilizado no controle de algas, bact\u00e9rias e moluscos em sistemas hidr\u00e1licos. A\u00e7\u00e3o t\u00f3xica letal em larvas de mexilh\u00e3o assim que h\u00e1 o contato com o produto. Provoca desagrega\u00e7\u00e3o dos indiv\u00edduos adultos em uma col\u00f4nia incrustante.<\/td>\n<td width=\"20%\">Biocida de a\u00e7\u00e3o t\u00f3xica n\u00e3o seletiva. O produto se liga \u00e0s superf\u00edcies carregadas negativamente, incluindo microrganismos.<\/td>\n<td width=\"20%\">Produto est\u00e1vel em condi\u00e7\u00f5es normais de uso e armazenamento. N\u00e3o foi encontrado, na literatura, dados cient\u00edficos que conferem ao produto caracter\u00edsticas que afetem as estruturas hidr\u00e1ulicas.<\/td>\n<td width=\"19%\">Waller, Rach et al. (1993); Martin, Mackie et al. (1993); McMahon, Shipman et al. (1993); Darrigran, Maro\u00f1as et al. (2001); Maro\u00f1as and Damborenea (2009)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"18%\">CLAM-TROL CT-2 \/ SPECTRUS CT1300<\/td>\n<td width=\"20%\">Composto utilizado no controle de moluscos, hidrozo\u00e1rios, briozo\u00e1rios, insetos, fungos, bact\u00e9rias, algas e crescimento de lodo em sistemas hidr\u00e1ulicos.<\/td>\n<td width=\"20%\">Pesticida de a\u00e7\u00e3o t\u00f3xica para peixes, n\u00e3o podendo ser despejado em qualquer corpo h\u00eddrico.<\/td>\n<td width=\"20%\">Produto oxidante provocando corros\u00f5es em ligas met\u00e1licas de alum\u00ednio, zinco e cobre. Armazenamento em bombas de a\u00e7o inox 316. Corrosivo, causa danos irrevers\u00edveis nos olhos e queimaduras na pele. N\u00e3o deve ser usado ou armazenado perto de calor ou chama aberta.<\/td>\n<td width=\"19%\">Boltovskoy and Cataldo (2003); Cataldo, Boltovskoy et al. (2003); Boltovskoy, Correa et al. (2006); Claudi and de Oliveira (2015)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"18%\">Cloro gasoso, Hipoclorito de S\u00f3dio, Di\u00f3xido de Cloro e Dicloroisocianurato de s\u00f3dio Anidro<\/td>\n<td width=\"20%\">Controle da forma\u00e7\u00e3o do \u201c<em>biofouling<\/em>\u201d; Inibi\u00e7\u00e3o do assentamento e crescimento dos est\u00e1gios larvais, por debilitar o mecanismo de fixa\u00e7\u00e3o dos organismos ao substrato.<\/td>\n<td width=\"20%\">Muito t\u00f3xico para organismos aqu\u00e1ticos, mesmo em baixas concentra\u00e7\u00f5es; em ambientes l\u00eanticos, quando associados \u00e0 mat\u00e9ria org\u00e2nica resultam em compostos carcinog\u00eanicos.<\/td>\n<td width=\"20%\">Risco de inc\u00eandio e explos\u00e3o pela evapora\u00e7\u00e3o do g\u00e1s oxidante no ambiente fechado; Produto qu\u00edmico altamente oxidante, ocasiona corros\u00e3o em sistemas hidr\u00e1ulicos formados por ligas met\u00e1licas; Risco de morte ao manipulador quando inalado.<\/td>\n<td width=\"19%\">MacIsaac (1994); Ricciardi (1998); Ribeiro (2001);Cataldo, Boltovskoy et al. (2002); Colares, Suminski et al. (2002); Cepero (2004); Giordani, Neves et al. (2005); Maro\u00f1as and Damborenea (2006); Campos (2009); Brentano (2014)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"18%\">H-130M<\/td>\n<td width=\"20%\">Produto utilizado nos processos de desinfec\u00e7\u00e3o da \u00e1gua agindo como um biocida.<\/td>\n<td width=\"20%\">Age sobre as intera\u00e7\u00f5es intermoleculares do metabolismo celular provocando suas disrrupturas e dissocia\u00e7\u00e3o das bicamadas lip\u00eddicas. \u00a0Reduz a permeabilidade das membranas celulares causada pelos \u00f3xidos de nitrog\u00eanio, que impede as trocas gasosas das folhas e prejudica a realiza\u00e7\u00e3o da fotoss\u00edntese.<\/td>\n<td width=\"20%\">Por ser um produto composto por am\u00f4nia quatern\u00e1ria, em altas concentra\u00e7\u00f5es, tem a\u00e7\u00e3o corrosiva provocando queimaduras na pele e les\u00f5es nos olhos. Podem se decompor em produtos como: \u00f3xidos de carbono, \u00f3xidos de nitrog\u00eanio (NOx), \u00f3xidos de enxofre e \u00f3xidos de f\u00f3sforo. A transforma\u00e7\u00e3o desses \u00f3xidos em \u00e1cidos fracos e fortes podem degradar as estruturas met\u00e1licas das tubula\u00e7\u00f5es e sistemas hidr\u00e1ulicos.<\/td>\n<td width=\"19%\">Boltovskoy and Cataldo (2003); Claudi and de Oliveira (2015)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"18%\">Hidr\u00f3xido de S\u00f3dio<\/td>\n<td width=\"20%\">Ocasiona uma r\u00e1pida e elevada altera\u00e7\u00e3o no pH do meio e tamb\u00e9m da hemolinfa de organismos aqu\u00e1ticos. \u00c9 utilizado para reduzir a incrusta\u00e7\u00e3o por moluscos e hidrozo\u00e1rios e a deposi\u00e7\u00e3o de lama ferruginosa nos sistemas hidr\u00e1ulicos.<\/td>\n<td width=\"20%\">A varia\u00e7\u00e3o do pH pode ser letal a diferentes esp\u00e9cies de organismos aqu\u00e1ticos; Pode provocar rea\u00e7\u00f5es violentas quando em contato com \u00e1cidos e halog\u00eaneos org\u00e2nicos;<\/td>\n<td width=\"20%\">O produto pode provocar queimaduras graves na pele e nos olhos do manipulador; Corr\u00f3i o a\u00e7o em temperaturas acima de 40 \u00b0C. Se exposto ao ambiente de trabalho, pode absorver g\u00e1s carb\u00f4nico, produzindo carbonato de s\u00f3dio., produzindo carbonato de s\u00f3dio;<\/p>\n<p>Em contato com metais como o Alum\u00ednio (Al), Magn\u00e9sio (Mg), Estanho (Sn), Zinco (Zn), bem como superf\u00edcies galvanizadas, pode gerar g\u00e1s de hidrog\u00eanio, formando uma mistura explosiva com o ar atmosf\u00e9rico.<\/td>\n<td width=\"19%\">Boltovskoy, Correa et al. (2006); Darrigran and Damborenea (2009); Netto (2012); Montresor, Miranda-Filho et al. (2013); de Resende (2014)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"18%\">Microencapsulamento de moluscidas (KCL e Amina DB45)<\/td>\n<td width=\"20%\">Microc\u00e1psulas com part\u00edculas ativas que reagem dentro dos mexilh\u00f5es, liberando compostos t\u00f3xicos aos mesmos.<\/td>\n<td width=\"20%\">Por ser revestida de gorduras, graxas, a\u00e7\u00facares e prote\u00ednas, essas microc\u00e1psulas podem ser absorvidas por qualquer outro animal, e os compostos liberados s\u00e3o potencialmente bioacumul\u00e1veis nos organismos.<\/td>\n<td width=\"20%\">N\u00e3o h\u00e1 evid\u00eancia cient\u00edfica, na literatura, que descreva algum tipo de impacto relacionado nos processos operacionais, nem nas estruturas hidr\u00e1ulicas.<\/td>\n<td width=\"19%\">Aldridge, Elliott et al. (2006); Maro\u00f1as and Damborenea (2006); Campos (2009); Costa, Aldridge et al. (2011)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"18%\">MXD-100<sup>\u00ae<\/sup><\/td>\n<td width=\"20%\">Princ\u00edpio ativo a base de tanino e am\u00f4nia quatern\u00e1ria. Cria uma barreira contra a deposi\u00e7\u00e3o de lama ferruginosa nas tubula\u00e7\u00f5es com a\u00e7\u00e3o anti-biofouling e, em elevada concentra\u00e7\u00e3o, \u00e9 toxico aos mexilh\u00f5es.<\/td>\n<td width=\"20%\">Produto comercial cujos riscos e impactos ao ambiente natural ainda n\u00e3o foram estudados ou descritos cientificamente, por\u00e9m classificado como produto altamente perigoso ao meio ambiente.<\/td>\n<td width=\"20%\">Classifica\u00e7\u00e3o toxicol\u00f3gica do tipo Classe I \u2013 extremamente t\u00f3xico; A\u00e7\u00e3o corrosiva, podendo provocar queimaduras na pele e nos olhos, pela presen\u00e7a de cloreto de didecildimetilam\u00f4nio.<\/td>\n<td width=\"19%\">P\u00e9rez, Garc\u00eda et al. (2007),M\u00e4der Netto (2012); Montresor, Miranda-Filho et al. (2013);<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"18%\">Sulfato de cobre<\/td>\n<td width=\"20%\">Fungicida potente, que inibe as atividades enzim\u00e1ticas, provocando altera\u00e7\u00f5es teciduais e aumentando a permeabilidade das c\u00e9lulas.<\/td>\n<td width=\"20%\">O cobre presente nesse composto \u00e9 altamente bioacumul\u00e1vel. Pode provocar efeitos letais e sub-letais, ocasionando muta\u00e7\u00f5es celulares. Por apresentar efeitos fungicidas, herbicidas e inseticidas podem ocasionar na redu\u00e7\u00e3o dr\u00e1stica de popula\u00e7\u00f5es de macroinvertebrados no meio aqu\u00e1tico natural.<\/td>\n<td width=\"20%\">Irritante para pele e olhos. Nocivo ao operador se ingerido. N\u00e3o ocasiona corros\u00f5es em instala\u00e7\u00f5es hidr\u00e1ulicas.<\/td>\n<td width=\"19%\">Soares, Pereira et al. (2009); Mansur, Santos et al. (2012)<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sabe-se que no Brasil os produtos liberados para o uso possuem libera\u00e7\u00e3o do tipo emergencial e pouco s\u00e3o os estudos quanto aos impactos ao meio ambiente natural. Uma vez que aumente a quantidade de produtos qu\u00edmicos na tentativa de controle desses organismos, h\u00e1 do outro lado da balan\u00e7a, a mesma necessidade de se avaliar os impactos gerados. Vale ressaltar ainda, que o maior impacto hoje, j\u00e1 \u00e9 a pr\u00f3pria presen\u00e7a desses organismos incrustantes no pr\u00f3prio meio natural.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n<p>Aldridge, D. C., P. Elliott and G. D. Moggridge (2006). &#8220;Microencapsulated BioBullets for the control of biofouling zebra mussels.&#8221; <u>Environmental science &amp; technology<\/u> <strong>40<\/strong>(3): 975-979.<\/p>\n<p>Boltovskoy, D. and D. Cataldo (2003). &#8220;Estudios de evaluaci\u00f3n, monitoreo y an\u00e1lisis de medidas de control de incrustaciones de moluscos bivalvos (Limnoperna fortunei) en las instalaciones de la Central Hidroel\u00e9ctrica Itaipu.&#8221; <u>Infome final de trabajos. Central Hidroelectrica Itaip\u00fa. CHI<\/u>: 1-281.<\/p>\n<p>Boltovskoy, D., N. Correa, D. Cataldo and F. Sylvester (2006). &#8220;Dispersion and ecological impact of the invasive freshwater bivalve Limnoperna fortunei in the R\u00edo de la Plata watershed and beyond.&#8221; <u>Biological Invasions<\/u> <strong>8<\/strong>(4): 947-963.<\/p>\n<p>Brentano, A. M. (2014). &#8220;Controle de larvas de Limnoperna fortunei coletadas em ambiente natural com o uso de agente oxidante clorado.&#8221;<\/p>\n<p>Campos, S. H. C. (2009). <u>Avalia\u00e7\u00e3o de biocidas dissolvidos e microencapsulados para o controle do mexilh\u00e3o dourado <em>Limnoperna fortunei<\/em> (DUNKER, 1857)<\/u>, Universidade Federal do Rio de Janeiro RIO DE JANEIRO.<\/p>\n<p>Cataldo, D., D. Boltovskoy and M. Pose (2002). Control del molusco incrustante Limnoperna fortunei mediante el agregado de moluscicidas al agua.<u> Tercera jornada sobre conservaci\u00f3n de la fauna \u00edctica en el rio Uruguay<\/u>. Paysandu, Uruguay.<\/p>\n<p>Cataldo, D., D. Boltovskoy and M. Pose (2003). &#8220;Toxicity of chlorine and three nonoxidizing molluscicides to the pest mussel Limnoperna fortunei.&#8221; <u>Journal (American Water Works Association)<\/u> <strong>95<\/strong>(1): 66-78.<\/p>\n<p>Cepero, E. (2004). &#8220;Control de Limnoperna fortunei: infestacion de plantas potabilizadoras de aguas.&#8221; <u>Ingenier\u00eda sanitaria y ambiental (Buenos Aires)<\/u>(72): 50-52.<\/p>\n<p>Claudi, R. and M. D. de Oliveira (2015). Alternative Strategies for Control of Golden Mussel (Limnoperna fortunei) in Industrial Facilities. <u>Limnoperna Fortunei<\/u>, Springer<strong>: <\/strong>463-476.<\/p>\n<p>Colares, E., M. Suminski and M. Bendati (2002). &#8220;Diagn\u00f3stico e controle do mexilh\u00e3o-dourado, Limnoperna fortunei, em sistemas de tratamento de \u00e1gua em Porto Alegre (RS, Brasil).&#8221; <u>VI Simp\u00f3sio \u00cdtalo-Brasileiro de Engenharia Sanit\u00e1ria e Ambiental, Vit\u00f3ria (Brazil)<\/u>.<\/p>\n<p>Costa, R., D. C. Aldridge and G. D. Moggridge (2011). &#8220;Preparation and evaluation of biocide-loaded particles to control the biofouling zebra mussel, Dreissena polymorpha.&#8221; <u>Chemical Engineering Research and Design<\/u> <strong>89<\/strong>(11): 2322-2329.<\/p>\n<p>Darrigran, G. and C. Damborenea (2009). &#8220;Introdu\u00e7\u00e3o a biologia das invas\u00f5es.&#8221; <u>O Mexilh\u00e3o Dourado na Am\u00e9rica do Sul: biologia, dispers\u00e3o, impacto, preven\u00e7\u00e3o e controle. Cubo Editora, Sao Carlos<\/u>: 1-245.<\/p>\n<p>Darrigran, G. A., M. E. Maro\u00f1as and D. C. Colautti (2001). &#8220;Primeras estimaciones de concentraciones letales de un biocida para el molusco invasor Limnoperna fortunei (Mytilidae).&#8221; <u>Seminario Internacional\u2014Gesti\u00f3n Ambiental e Hidroelectricidad, Salto Grande<\/u>.<\/p>\n<p>Dawson, V. K. (2003). &#8220;Environmental fate and effects of the lampricide Bayluscide: a review.&#8221; <u>Journal of Great Lakes Research<\/u> <strong>29<\/strong>: 475-492.<\/p>\n<p>de Resende, M. F. (2014). &#8220;Interfer\u00eancias provocadas pela infesta\u00e7\u00e3o de mexilh\u00f5es-dourados (Limnoperna fortunei) sobre bombas centr\u00edfugas e seu impacto em sistemas de bombeamento de \u00e1gua.&#8221;<\/p>\n<p>Giordani, S., P. Neves and C. Andreoli (2005). <u>Limnoperna fortunei ou mexilh\u00e3o dourado: impactos causados, m\u00e9todos de controle pass\u00edveis de serem utilizados e a import\u00e2ncia do controle de sua dissemina\u00e7\u00e3o<\/u>. 23\u00ba Congresso de Engenharia Sanit\u00e1ria e Ambiental. Mato Grosso do Sul, Brasil.<\/p>\n<p>MacIsaac, H. (1994). &#8220;Practical manual for zebra mussel monitoring and control. R. Claudi and GL Mackie.&#8221; <u>JOURNAL-NORTH AMERICAN BENTHOLOGICAL SOCIETY<\/u> <strong>13<\/strong>: 411-411.<\/p>\n<p>M\u00e4der Netto, O. S. (2012). &#8220;Controle da incrusta\u00e7\u00e3o de organismos invesores em materiais de sistemas de resfriamento de usinas hidrel\u00e9tricas.&#8221;<\/p>\n<p>Mansur, M., C. Santos, D. Pereira, I. P. Paz, M. L. Zurita, M. R. Rodriguez, M. Nehrke and P. A. 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