{"id":1508,"date":"2016-06-16T17:28:52","date_gmt":"2016-06-16T20:28:52","guid":{"rendered":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/estrategias-para-garantir-a-seguranca-alimentar-parte-1\/"},"modified":"2021-04-20T12:24:08","modified_gmt":"2021-04-20T15:24:08","slug":"estrategias-para-garantir-a-seguranca-alimentar-parte-1","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/estrategias-para-garantir-a-seguranca-alimentar-parte-1\/","title":{"rendered":"Estrat\u00e9gias para garantir a seguran\u00e7a alimentar &#8211; Parte1"},"content":{"rendered":"<p><strong>Por Gisela Castilho-Westphal<\/strong><\/p>\n<p><strong>Publicado em 16\/06\/2016<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As estrat\u00e9gias que buscam assegurar a produ\u00e7\u00e3o e a comercializa\u00e7\u00e3o de produtos aliment\u00edcios seguros prezam pela qualidade do produto, afinal, esta qualidade \u00e9 fundamental para:<\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\">Atingir a confiabilidade dos resultados;<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">O reconhecimento da comunidade e de seus pares;<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">A facilidade de rastreabilidade dos dados obtidos em ensaios;<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">A documenta\u00e7\u00e3o de um estudo;<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">A facilidade de organiza\u00e7\u00e3o do trabalho;<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">A comunica\u00e7\u00e3o dos dados obtidos; e,<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Evitar duplicidade de estudos em diferentes pa\u00edses, levando a economia de tempo e de recursos.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para que se tenha um produto de regime integrado com Qualidade Total, n\u00e3o se deve trabalhar apenas quest\u00f5es relacionadas a aquicultura. Com uma vis\u00e3o hol\u00edstica, deve-se desenvolver estrat\u00e9gias de gest\u00e3o ambiental e dos trabalhadores, prezando por sua seguran\u00e7a e bem-estar. Buscando, deste modo, envolver diferentes setores para se ter um Sistema de Gest\u00e3o Integrado.&nbsp;<\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-1505\" src=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Fig._1.jpg\" alt=\"Fig._1.jpg\" width=\"514\" height=\"456\" style=\"display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" srcset=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Fig._1.jpg 710w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Fig._1-300x266.jpg 300w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Fig._1-440x390.jpg 440w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Fig._1-627x556.jpg 627w\" sizes=\"(max-width: 514px) 100vw, 514px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;\">Figura <\/span><span style=\"background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;\">1<\/span><span style=\"background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;\">. Conjunto de medidas que podem compor um Sistema de Gest\u00e3o Integrada no controle da qualidade de produtos oriundos da carcinicultura integrada.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para que um sistema de qualidade seja considerado eficiente, deve-se definir as responsabilidades dos atores envolvidos no processo, manter registro dos processos e demais atividades que gerem documentos, como o transporte dos animais e o controle de temperatura, al\u00e9m de cont\u00ednua capacita\u00e7\u00e3o e qualifica\u00e7\u00e3o dos trabalhadores.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-1506\" src=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Fig._2.jpg\" alt=\"Fig._2.jpg\" width=\"732\" height=\"415\" style=\"display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" srcset=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Fig._2.jpg 1327w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Fig._2-750x425.jpg 750w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Fig._2-1140x646.jpg 1140w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Fig._2-300x170.jpg 300w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Fig._2-768x435.jpg 768w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Fig._2-1024x580.jpg 1024w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Fig._2-440x249.jpg 440w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Fig._2-627x355.jpg 627w\" sizes=\"(max-width: 732px) 100vw, 732px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;\">Figura <\/span><span style=\"background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;\">2<\/span><span style=\"background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;\">. Pilares de um sistema de qualidade.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando se pensa na qualidade dos alimentos oriundos da carcinicultura, assim como em outros cultivos aqu\u00edcolas, tem-se a presen\u00e7a de pat\u00f3genos como um fator de quebra de qualidade. Pat\u00f3genos podem levar a Doen\u00e7as Transmitidas por Alimentos (DTAs), resultar em perdas econ\u00f4micas e colocar em xeque a qualidade do produto. A medida que a produ\u00e7\u00e3o se intensifica, medidas que visam o controle produtivo e, principalmente, a produ\u00e7\u00e3o de animais livres de pat\u00f3genos tornam-se gradativamente mais rigorosas. Ao ponto de considerar-se \u201ctoler\u00e2ncia zero\u201d para a presen\u00e7a de determinados organismos patog\u00eanicos para o cultivo e\/ou para os consumidores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por este motivo, a implanta\u00e7\u00e3o de medidas de gest\u00e3o de risco passa a ser um ponto chave para construir uma produ\u00e7\u00e3o integrada de sucesso.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt; line-height: 115%; color: #000000;\">Padr\u00f5es de qualidade<\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Impulsionado pelas publica\u00e7\u00f5es da International Commission on Microbiological Specifications for Foods &#8211; ICMSF (Comiss\u00e3o Internacional em Especifica\u00e7\u00f5es Microbiol\u00f3gicas para Alimentos), nos \u00faltimos anos tem havido um grande aumento do n\u00famero de an\u00e1lises microbiol\u00f3gicas realizadas em alimentos, em v\u00e1rios pa\u00edses. Desde ent\u00e3o, pesquisas s\u00e3o realizadas com o objetivo de aprimorar os padr\u00f5es de identifica\u00e7\u00e3o e quantifica\u00e7\u00e3o de pat\u00f3genos, permitindo, assim, que sejam produzidos alimentos com qualidade sanit\u00e1ria superior.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Novas medidas para a redu\u00e7\u00e3o de micro-organismos patog\u00eanicos em produtos aqu\u00edcolas processados v\u00eam sendo testadas e algumas j\u00e1 aprovadas pelo U. S. Food and Drug Administration (FDA).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mundialmente, destaca-se o lan\u00e7amento da ISO 22000 em 1\u00ba de setembro de 2005, que \u00e9 um Sistema de Gest\u00e3o da Seguran\u00e7a de Alimentos. Esta ISO define requisitos para qualquer organiza\u00e7\u00e3o da cadeia produtivo, tendo os mesmos prop\u00f3sitos da NBR (ABNT) 14900:2002 e possuindo a inten\u00e7\u00e3o de harmonizar as normas internacionais que tratam da seguran\u00e7a dos alimentos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A ISO 22000:2005 \u00e9 a primeira de uma fam\u00edlia de normas que inclui a ISO\/TS 2004 &#8211; Sistema de gest\u00e3o da seguran\u00e7a de alimentos: Guia para a aplica\u00e7\u00e3o da ISO 22000:2005; ISO\/TS 2003 &#8211; Sistema de gest\u00e3o da seguran\u00e7a de alimentos: Requisitos para organismos que oferecem auditoria e certifica\u00e7\u00e3o de gest\u00e3o da seguran\u00e7a de alimentos e a ISO\/22005 &#8211; Rastreabilidade na cadeia de alimenta\u00e7\u00e3o humana e animal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">An\u00e1lise de Perigos e Pontos Cr\u00edticos de Controle (APPCC), protocolos de controle de qualidade e origem e ISO 9001 s\u00e3o alguns exemplos de ferramentas que s\u00e3o aplicadas por empresas brasileiras &#8211; principalmente da \u00e1rea da pesca e, em menor grau, da aquicultura &#8211; e que contribuem para o atendimento das exig\u00eancias de mercado e aumento do valor agregado dos produtos, influenciando no desenvolvimento econ\u00f4mico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Considerando-se as normatiza\u00e7\u00f5es aplic\u00e1veis ao Brasil, pode-se citar o papel da FAO, quanto a padr\u00f5es para alimentos e a Comiss\u00e3o do <em>Codex Alimentarius<\/em>, que tem por objetivo coordenar programas de padroniza\u00e7\u00e3o de produtos e pr\u00e1ticas seguras na ind\u00fastria de alimentos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O <em>Codex<\/em> \u00e9 composto por padr\u00f5es, c\u00f3digo de pr\u00e1ticas, guias, recomenda\u00e7\u00f5es e demais textos utilizados no com\u00e9rcio internacional. A FAO e o <em>Codex<\/em> adotam o sistema APPCC como sistema preventivo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O APPCC \u00e9 baseado na identifica\u00e7\u00e3o de perigos e pontos cr\u00edticos existentes ao longo da cadeia produtiva, \u00e9 aceito mundialmente, principalmente no com\u00e9rcio internacional, com resultados efetivos na garantia da qualidade e da seguran\u00e7a dos alimentos. No entanto, este sistema demanda conhecimento sobre as caracter\u00edsticas do alimento, seu processamento e sua rela\u00e7\u00e3o com os micro-organismos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Portanto, durante o processo produtivo a identifica\u00e7\u00e3o dos perigos e riscos potenciais \u00e0 qualidade e a seguran\u00e7a dos alimentos, bem como o estabelecimento das medidas necess\u00e1rias ao seu controle fazem da gest\u00e3o de risco pe\u00e7a fundamental para a manuten\u00e7\u00e3o da qualidade dos camar\u00f5es produzidos e comercializados.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt; line-height: 115%; color: #000000;\">Gest\u00e3o de risco<\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Embora desejada, a completa aus\u00eancia de pat\u00f3genos nos cultivos \u00e9 uma realidade ainda dif\u00edcil de se alcan\u00e7ar. Esta dificuldade est\u00e1 relacionada muitas vezes a\/ao (Organization, 1999):<\/p>\n<ol>\n<li>&nbsp; Perfil vari\u00e1vel do n\u00famero de micro-organismos presentes no alimento, que sofre influ\u00eancia das condi\u00e7\u00f5es de armazenamento, de manipula\u00e7\u00e3o, entre outros;<\/li>\n<li>&nbsp; M\u00e9todo de preparo do alimento, em que o adequado cozimento que poderia destruir os micro-organismos n\u00e3o \u00e9 capaz de faz\u00ea-lo por haver manipula\u00e7\u00e3o inadequada, contaminando-o durante o preparo;<\/li>\n<li>&nbsp; A distribui\u00e7\u00e3o dos micro-organismos nos alimentos pode ser muito diferente daquela observada por contaminantes qu\u00edmicos; e,<\/li>\n<li>&nbsp; O papel do consumidor na seguran\u00e7a microbiol\u00f3gica de produtos oriundos da aquicultura \u00e9 essencial, assim como o controle de contamina\u00e7\u00f5es por produtores e processadores de alimentos.<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-indent: 35.45pt;\">Consequentemente, o risco pode ser definido como o resultado do n\u00edvel de incerteza e do impacto que um evento pode ter na pr\u00f3pria cadeia de produ\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o do pescado ou no ambiente em que a cadeia est\u00e1 inserida (origem externa). Portanto, podemos classificar os riscos em <strong>internos<\/strong> (que inclui riscos de processo e controle de atividades) e <strong>externos<\/strong> (que inclui subcategorias, riscos de abastecimento, riscos ambientais, entre outros).<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\" alignright size-full wp-image-1507\" src=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Capturar.JPG\" alt=\"Capturar.JPG\" style=\"float: right;\" width=\"809\" height=\"398\" srcset=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Capturar.JPG 809w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Capturar-750x369.jpg 750w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Capturar-300x148.jpg 300w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Capturar-768x378.jpg 768w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Capturar-440x216.jpg 440w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/Capturar-627x308.jpg 627w\" sizes=\"(max-width: 809px) 100vw, 809px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<span style=\"text-indent: 35.45pt; background-color: transparent;\">J\u00e1 a Qualidade na Gest\u00e3o de Riscos envolve lideran\u00e7a, processos de neg\u00f3cios, cultura e tecnologia para a cria\u00e7\u00e3o de uma abordagem colaborativa para identificar, quantificar e mitigar os riscos sobre os produtos, opera\u00e7\u00f5es, fornecedores, distribui\u00e7\u00e3o, clientes e outros que possam afetar a qualidade do produto. Por\u00e9m, este assunto ser\u00e1 tratado em \u201cEstrat\u00e9gias para garantir a seguran\u00e7a alimentar \u2013 parte 2\u201d.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Gisela Castilho-Westphal Publicado em 16\/06\/2016 &nbsp; As estrat\u00e9gias que buscam assegurar a produ\u00e7\u00e3o e a comercializa\u00e7\u00e3o de produtos aliment\u00edcios seguros prezam pela qualidade do produto, afinal, esta qualidade \u00e9 fundamental para: Atingir a confiabilidade dos resultados; O reconhecimento da comunidade e de seus pares; A facilidade de rastreabilidade dos dados obtidos em ensaios; A [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1505,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":[],"jnews_primary_category":[],"footnotes":""},"categories":[258,1],"tags":[],"class_list":["post-1508","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-divulgacao-cientifica","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1508","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1508"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1508\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1505"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1508"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1508"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1508"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}