{"id":1352,"date":"2015-06-22T18:30:38","date_gmt":"2015-06-22T21:30:38","guid":{"rendered":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/profilaxia-na-ostreicultura\/"},"modified":"2021-04-20T12:24:08","modified_gmt":"2021-04-20T15:24:08","slug":"profilaxia-na-ostreicultura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/profilaxia-na-ostreicultura\/","title":{"rendered":"Profilaxia na Ostreicultura"},"content":{"rendered":"<p class=\"Ttulo1-Plankton\" style=\"margin-top: 0.25in; margin-right: -0.05pt; margin-bottom: 24pt; text-align: center;\"><span style=\"font-size: 20pt; line-height: 115%; color: windowtext;\">Profilaxia na Ostreicultura<\/span><\/p>\n<p class=\"Ttulo1-Plankton\" style=\"margin-top: 6pt; margin-right: 0in; margin-bottom: 6pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; line-height: 115%; color: windowtext;\">Por Gisela Geraldine Castilho-Westphall<\/span><\/p>\n<p class=\"Ttulo1-Plankton\" style=\"margin-top: 6pt; margin-right: 0in; margin-bottom: 6pt;\"><span style=\"font-size: 10pt; line-height: 115%; color: windowtext;\">Publicado em 22\/06\/2015<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>\u201cTermo tem origem grega, PROFILAXIA significa precau\u00e7\u00e3o e consiste em medidas que t\u00eam por objetivo prevenir ou atenuar doen\u00e7as. \u201d<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Antes de tratar das principais medidas que podem prevenir ou atenuar doen\u00e7as na ostreicultura, precisamos saber diferenciar uma ostra doente de uma saud\u00e1vel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para saber se as ostras est\u00e3o doentes \u00e9 fundamental, antes de mais nada, conhecer uma ostra saud\u00e1vel. Para isso, \u00e9 necess\u00e1rio que o produtor tenha sempre contato direto e observe atentamente as caracter\u00edsticas das suas pr\u00f3prias ostras.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Isso pode ser feito durante trabalhos de rotina, como os de limpeza das estruturas de cultivo, avalia\u00e7\u00e3o das taxas de crescimento das ostras, separa\u00e7\u00e3o de indiv\u00edduos mortos ou mesmo durante a venda. Tamb\u00e9m \u00e9 importante que o produtor abra algumas ostras periodicamente para conhecer e verificar sua apar\u00eancia interna.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, conhecendo bem uma ostra saud\u00e1vel, ser\u00e1 mais f\u00e1cil identificar altera\u00e7\u00f5es que venham a ocorrer em rela\u00e7\u00e3o ao seu formato, colora\u00e7\u00e3o interna, apar\u00eancia e consist\u00eancia da parte mole, cheiro, presen\u00e7a de organismos que possam afetar a sa\u00fade ou a qualidade das ostras comercializadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-1341\" src=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/FIGURA-1.JPG\" alt=\"FIGURA 1\" width=\"726\" height=\"481\" srcset=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/FIGURA-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/FIGURA-1-440x293.jpg 440w\" sizes=\"(max-width: 726px) 100vw, 726px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Figura 1. Ostra do mangue <em>(Crassostrea gasar)<\/em> com aspecto normal.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim como outros animais, as ostras podem ser acometidas por dois tipos de doen\u00e7as:<\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\"><strong>Doen\u00e7as transmiss\u00edveis:<\/strong> aquelas que podem ser transmitidas de um animal para outro, direta ou indiretamente. A transmiss\u00e3o direta ocorre quando uma ostra doente, pela proximidade ou pelo contato, transmite uma doen\u00e7a para ostras saud\u00e1veis. A transmiss\u00e3o indireta, por sua vez, ocorre quando uma ostra entra em contato com um objeto contaminado (as estruturas de cultivo, por exemplo) ou com um organismo de uma outra esp\u00e9cie que tamb\u00e9m est\u00e1 infectado com o agente que causa a doen\u00e7a. Quando a ostra saud\u00e1vel entra em contato com o objeto contaminado ou com outro animal contaminado, ela pode adquirir aquela doen\u00e7a. Exemplos: doen\u00e7as causadas por v\u00edrus, bact\u00e9rias e parasitos.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\"><strong>Doen\u00e7as n\u00e3o-transmiss\u00edveis:<\/strong> doen\u00e7as que n\u00e3o s\u00e3o transmitidas de animal para animal, nem mesmo indiretamente. Exemplos: doen\u00e7as de origem heredit\u00e1ria (gen\u00e9tica), que s\u00e3o aquelas passadas de pais para filhos; ser resultado de altera\u00e7\u00f5es metab\u00f3licas, ou seja, doen\u00e7as que fazem com que o organismo da ostra passe a n\u00e3o funcionar adequadamente; ser causadas por problemas nutricionais ou, principalmente, por condi\u00e7\u00f5es ambientais inadequadas.<\/li>\n<\/ul>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Que cuidados o produtor deve ter em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 qualidade da \u00e1gua utilizada em atividades de manejo?<\/span><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Qualquer opera\u00e7\u00e3o de manejo deve ser realizada utilizando \u00e1gua com, no m\u00ednimo, a mesma qualidade usada no cultivo. A \u00e1gua doce eventualmente utilizada, por sua vez, deve ser pot\u00e1vel.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-1342\" src=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/FIGURA-2.jpg\" alt=\"FIGURA 2\" width=\"724\" height=\"539\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Figura 2. Cultivo de ostras em sistema de mesa.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/p>\n<h2><span style=\"font-size: 12pt;\">Como descartar res\u00edduos gerados no cultivo?<\/span><\/h2>\n<h3><span style=\"font-size: 10pt;\">Ostras mortas<\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">As ostras podem morrer naturalmente durante um cultivo ou at\u00e9 mesmo ser afetadas por alguma doen\u00e7a muito grave, que se n\u00e3o controlada pode acabar com o cultivo n\u00e3o apenas de um produtor, mas de todos os produtores da mesma regi\u00e3o. Ent\u00e3o, como diferenciar a causa da morte das ostras? Como isso nem sempre \u00e9 f\u00e1cil, \u00e9 melhor que o produtor adote procedimentos profil\u00e1ticos, como:&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\">Recolher as ostras mortas e retir\u00e1-las do sistema de cultivo;<\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\">Dar uma destina\u00e7\u00e3o adequada aos animais mortos. Uma possibilidade \u00e9 cavar um buraco no solo, em local longe de qualquer ponto de capta\u00e7\u00e3o de \u00e1gua, cobrir as conchas com cal virgem e depois enterrar.<\/li>\n<\/ul>\n<h3><span style=\"font-size: 10pt;\">Organismos incrustantes<\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">O produtor precisa limpar periodicamente suas estruturas de cultivo, para evitar a preda\u00e7\u00e3o ou competi\u00e7\u00e3o das ostras com outros organismos por espa\u00e7o ou por alimento. Mas, se esses organismos incrustantes forem jogados pr\u00f3ximos ao local de cultivo, \u00e9 claro que eles poder\u00e3o voltar mais rapidamente, entupir as estruturas de cultivo e competir ou predar as ostras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por isso, o mais eficiente (embora n\u00e3o seja o mais f\u00e1cil) \u00e9 coletar todo e qualquer res\u00edduo, inclusive os organismos incrustantes e transferi-los para uma base em terra para que possam ser adequadamente descartados.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-1343\" src=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/FIGURA-3.JPG\" alt=\"FIGURA 3\" width=\"720\" height=\"536\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Figura 3. Organismos incrustantes na superf\u00edcie da concha de duas ostras do mangue.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/p>\n<h3><span style=\"font-size: 10pt;\">Conchas e demais res\u00edduos s\u00f3lidos<\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">As conchas s\u00e3o ricas em c\u00e1lcio e possuem grande potencial de aproveitamento para agricultura (para corre\u00e7\u00e3o do solo), na pecu\u00e1ria (alimenta\u00e7\u00e3o animal), na fabrica\u00e7\u00e3o de tijolos, no cal\u00e7amento de ruas, como base para o artesanato, e at\u00e9 na ind\u00fastria farmac\u00eautica (para a formula\u00e7\u00e3o de medicamentos para reposi\u00e7\u00e3o de c\u00e1lcio).&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas, sem uma cadeia produtiva suficientemente estruturada, na maioria das vezes, depois das ostras serem consumidas, suas conchas s\u00e3o descartadas em locais e de forma inadequados, gerando um forte mau cheiro, atraindo moscas e podendo causar doen\u00e7as.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De fato, n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil dar uma destina\u00e7\u00e3o adequadas \u00e0s conchas ou aos demais res\u00edduos gerados ao longo dos cultivos (organismos incrustantes, animais mortos e materiais utilizados em embalagens em geral, cordas e redes usadas, partes inutilizadas das pr\u00f3prias estruturas de produ\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de res\u00edduos produzidos pelos trabalhadores, incluindo restos de alimentos e fezes humanas). Por\u00e9m, para evitar problemas ambientais com a produ\u00e7\u00e3o e o descarte de res\u00edduos, o produtor precisa desenvolver um plano de manejo de res\u00edduos s\u00f3lidos (conchas, por exemplo) e l\u00edquidos (combust\u00edveis, por exemplo).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Obviamente que esses procedimentos s\u00e3o complexos por isso, \u00e9 recomendado que os produtores se preocupem sempre em buscar meios de reduzir o uso de materiais que possam gerar res\u00edduos s\u00f3lidos. O uso de materiais reutiliz\u00e1veis ou recicl\u00e1veis tamb\u00e9m pode ser uma \u00f3tima alternativa. Al\u00e9m de reduzir res\u00edduos, o produtor far\u00e1 uma boa economia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por fim, como n\u00e3o h\u00e1 uma solu\u00e7\u00e3o \u00fanica para esses descartes, cada produtor deve buscar solu\u00e7\u00f5es espec\u00edficas e adequadas para o seu caso. Independentemente das alternativas encontradas, duas coisas jamais devem ser feitas: 1) eliminar os res\u00edduos diretamente no mar; 2) eliminar os res\u00edduos de uma forma que prejudique os vizinhos.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-1344\" src=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/FIGURA-4.JPG\" alt=\"FIGURA 4\" width=\"719\" height=\"536\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Figura 4. Res\u00edduos da ostreicultura: conchas de ostras mortas.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">O que \u00e9 vazio sanit\u00e1rio e quando adot\u00e1-lo?<\/span><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Vazio sanit\u00e1rio \u00e9 um per\u00edodo em que o cultivo de ostras deixa de ser feito em uma determinada \u00e1rea para que o ambiente possa se recuperar das eventuais altera\u00e7\u00f5es causadas durante um ou mais ciclos de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa parada tamb\u00e9m pode ser empregada na tentativa de se controlar a ocorr\u00eancia de doen\u00e7as contagiosas ou pragas em uma determinada \u00e1rea.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Durante o vazio sanit\u00e1rio, o ideal \u00e9 que as estruturas de cultivo sejam retiradas do local, limpas e desinfetadas, antes de serem utilizadas novamente. Caso n\u00e3o haja condi\u00e7\u00f5es de serem retiradas do local, pelo menos elas n\u00e3o devem ser utilizadas para a manuten\u00e7\u00e3o das ostras durante este per\u00edodo.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 12pt;\">Por que \u00e9 importante manter a higiene dos materiais e equipamentos usados no cultivo?<\/span><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">A palavra HIGIENE tem origem na palavra grega <em>hygieine<\/em>, que significa <em>sa\u00fade.<\/em> Para garantir a sa\u00fade das ostras, dos manipuladores de ostras e dos pr\u00f3prios consumidores \u00e9 fundamental que os materiais e equipamentos que entrar\u00e3o em contato direto ou indireto com as ostras estejam em perfeita condi\u00e7\u00e3o de higiene. Ou, em outras palavras, sem a presen\u00e7a de res\u00edduos e\/ou contaminantes que possam alterar a qualidade deste alimento e, consequentemente, colocar em risco a sa\u00fade do consumidor.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-1345\" src=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/higienizacao.JPG\" alt=\"higienizacao\" style=\"display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" width=\"564\" height=\"291\" srcset=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/higienizacao.JPG 564w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/higienizacao-300x155.jpg 300w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/higienizacao-440x227.jpg 440w\" sizes=\"(max-width: 564px) 100vw, 564px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As etapas do processo de higieniza\u00e7\u00e3o de materiais e utens\u00edlios utilizados na ostreicultura devem envolver:<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-1346\" src=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/FIGURA-5.jpg\" alt=\"FIGURA 5\" width=\"131\" height=\"427\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Figura 5. Etapas de higieniza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O processo de limpeza de equipamentos dever\u00e1 seguir as seguintes etapas:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1. Antes de iniciar o processo de limpeza, os materiais e equipamentos dever\u00e3o passar por uma pr\u00e9-lavagem, que consistir\u00e1 na retirada de sujidades facilmente vis\u00edveis a olho nu. Esta pr\u00e9-lavagem poder\u00e1 ser feita pela raspagem das sujidades com esp\u00e1tula, faca ou outro utens\u00edlio que promova a retirada de res\u00edduos sem comprometer o material ou equipamento. Tamb\u00e9m poder\u00e3o ser empregados equipamentos de alta press\u00e3o de \u00e1gua (jateamento) e escovas.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-1347\" src=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/FIGURA-6A.JPG\" alt=\"FIGURA 6A\" width=\"366\" height=\"272\" \/><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-1348\" src=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/FIGURA-6B.JPG\" alt=\"FIGURA 6B\" width=\"363\" height=\"271\" srcset=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/FIGURA-6B.JPG 4320w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/FIGURA-6B-750x563.jpg 750w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/FIGURA-6B-1140x855.jpg 1140w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/FIGURA-6B-300x225.jpg 300w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/FIGURA-6B-768x576.jpg 768w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/FIGURA-6B-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/FIGURA-6B-440x330.jpg 440w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/FIGURA-6B-627x470.jpg 627w\" sizes=\"(max-width: 363px) 100vw, 363px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Figura 6. Estruturas de cultivo apresentando lodo e organismos incrustantes, que prejudicam a circula\u00e7\u00e3o de \u00e1gua dentro das estruturas e dificultam a alimenta\u00e7\u00e3o e respira\u00e7\u00e3o das ostras.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2. O material ou equipamento passar\u00e1 pela etapa de limpeza propriamente dita, que consistir\u00e1 na remo\u00e7\u00e3o de sujidades de pequenas dimens\u00f5es com o uso de \u00e1gua e detergente. Nesta etapa tamb\u00e9m poder\u00e1 ser feito uso de esponjas e escovas, por exemplo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">3. Ap\u00f3s a limpeza, o material ou equipamento dever\u00e1 ser enxaguado em \u00e1gua corrente limpa, retirando todos os res\u00edduos de detergente.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-1349\" src=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/FIGURA-7A.JPG\" alt=\"FIGURA 7A\" width=\"360\" height=\"238\" \/><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-1350\" src=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/FIGURA-7B.JPG\" alt=\"FIGURA 7B\" width=\"374\" height=\"237\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Figura 7. Estruturas de cultivo ap\u00f3s limpeza.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, o empreendimento dever\u00e1 garantir, no m\u00ednimo, o cumprimento das seguintes medidas:<\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\">Equipamentos utilizados no empreendimento (como motores para compressores e embarca\u00e7\u00f5es, bombas, guinchos, colheitadeiras mecanizadas, entre outros) devem ser submetidos \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o peri\u00f3dica, a fim de garantir o seu correto funcionamento para reduzir impactos ambientais e sociais.<\/li>\n<\/ul>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li>As estruturas e todos os demais equipamentos e utens\u00edlios utilizados no empreendimento devem ser de material at\u00f3xico.<\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\">O tr\u00e2nsito de barcos deve ser reduzido dentro e perto da instala\u00e7\u00e3o do cultivo, observando-se o determinado pela legisla\u00e7\u00e3o vigente.<\/li>\n<\/ul>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-1351\" src=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/importanteGI.JPG\" alt=\"importanteGI\" style=\"display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" width=\"559\" height=\"106\" srcset=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/importanteGI.JPG 559w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/importanteGI-300x57.jpg 300w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/importanteGI-440x83.jpg 440w\" sizes=\"(max-width: 559px) 100vw, 559px\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Profilaxia na Ostreicultura Por Gisela Geraldine Castilho-Westphall Publicado em 22\/06\/2015 \u201cTermo tem origem grega, PROFILAXIA significa precau\u00e7\u00e3o e consiste em medidas que t\u00eam por objetivo prevenir ou atenuar doen\u00e7as. \u201d Antes de tratar das principais medidas que podem prevenir ou atenuar doen\u00e7as na ostreicultura, precisamos saber diferenciar uma ostra doente de uma saud\u00e1vel. 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