{"id":1215,"date":"2015-01-07T13:47:42","date_gmt":"2015-01-07T15:47:42","guid":{"rendered":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/caranguejo-uca-3\/"},"modified":"2021-04-20T12:24:09","modified_gmt":"2021-04-20T15:24:09","slug":"caranguejo-uca-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/caranguejo-uca-3\/","title":{"rendered":"Caranguejo-u\u00e7\u00e1"},"content":{"rendered":"<h3 style=\"text-align: center;\">Caranguejo-u\u00e7\u00e1: o caranguejo que habita os manguezais brasileiros<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 115%;\">Por: Gisela Geraldine Castilho-Westphall<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 115%;\">Publicado em: 07\/01\/15<\/p>\n<p style=\"line-height: 115%;\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-1210\" style=\"display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" src=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/FIGURA-1.JPG\" alt=\"FIGURA 1\" width=\"612\" height=\"408\" srcset=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/FIGURA-1.JPG 5184w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/FIGURA-1-750x500.jpg 750w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/FIGURA-1-1140x760.jpg 1140w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/FIGURA-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/FIGURA-1-768x512.jpg 768w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/FIGURA-1-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/FIGURA-1-440x293.jpg 440w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/FIGURA-1-627x418.jpg 627w\" sizes=\"(max-width: 612px) 100vw, 612px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 115%;\">FIGURA 1. <em>Ucides cordatus<\/em>, o caranguejo-u\u00e7\u00e1.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 115%;\">Conhecido popularmente por caranguejo-u\u00e7\u00e1, <em>Ucides cordatus<\/em> pertence ao Filo Arthropoda, Subfilo Crustacea, Ordem Decapoda, Infraordem Brachyura, Fam\u00edlia Ucididae, G\u00eanero <em>Ucides<\/em> e Esp\u00e9cie <em>Ucides cordatus<\/em>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 115%;\">\u00c9 um animal end\u00eamico de manguezais da costa atl\u00e2ntica do continente americano (Figura 1) e encontrado do estado da Fl\u00f3rida (EUA) ao litoral de Santa Catarina (BR). Habita regi\u00f5es influenciadas pelas mar\u00e9s, em substratos moles (lama), caracter\u00edsticos de ecossistemas de manguezais. Nestes locais ele constr\u00f3i tocas que chegam a ter at\u00e9 dois metros de profundidade.<\/p>\n<p style=\"line-height: 115%;\"><img decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-1211\" style=\"display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" src=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/FIGURA-2.jpg\" alt=\"FIGURA 2\" width=\"501\" height=\"554\" srcset=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/FIGURA-2.jpg 687w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/FIGURA-2-272x300.jpg 272w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/FIGURA-2-440x486.jpg 440w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/FIGURA-2-627x693.jpg 627w\" sizes=\"(max-width: 501px) 100vw, 501px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 115%;\">FIGURA 2. Mapa do continente americano com a distribui\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies do g\u00eanero <em>Ucides<\/em>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 115%;\">Considerado um dos componentes biol\u00f3gicos mais importantes dos manguezais, o caranguejo-u\u00e7\u00e1 contribui com a degrada\u00e7\u00e3o de mat\u00e9ria org\u00e2nica. Este processo de degrada\u00e7\u00e3o est\u00e1 relacionado ao seu h\u00e1bito alimentar, que inclui detritos de origem vegetal. No Brasil, o caranguejo-u\u00e7\u00e1 possui grande import\u00e2ncia econ\u00f4mica para popula\u00e7\u00f5es de baixo poder aquisitivo, que dependem de sua captura como fonte de renda e alimento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 115%;\">Com o resultado do intenso extrativismo, da degrada\u00e7\u00e3o dos manguezais e do surgimento de novas doen\u00e7as que afetam o caranguejo-u\u00e7\u00e1, tem-se observado uma redu\u00e7\u00e3o dos estoques pesqueiros (quantidade de caranguejo-u\u00e7\u00e1 dispon\u00edvel para captura) no litoral brasileiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 115%;\">O caranguejo-u\u00e7\u00e1, <em>Ucides cordatus, <\/em>possui duas fases larvais chamadas zoea e megalopa. A fase de zoea possui seis est\u00e1dios e a de megalopa apenas um. Por\u00e9m, acredita-se que em ambiente natural existam apenas cinco est\u00e1dios de zoea, sendo o sexto um est\u00e1dio supranumer\u00e1rio, resultante de condi\u00e7\u00f5es ambientais inadequadas.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-1212\" style=\"display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" src=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/FIGURA-3.jpg\" alt=\"FIGURA 3\" width=\"695\" height=\"542\" srcset=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/FIGURA-3.jpg 3040w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/FIGURA-3-750x585.jpg 750w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/FIGURA-3-1140x889.jpg 1140w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/FIGURA-3-300x234.jpg 300w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/FIGURA-3-768x599.jpg 768w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/FIGURA-3-1024x799.jpg 1024w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/FIGURA-3-440x343.jpg 440w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/FIGURA-3-627x489.jpg 627w\" sizes=\"(max-width: 695px) 100vw, 695px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">FIGURA 3. Fases da vida do caranguejo-u\u00e7\u00e1. (A) Larvas em desenvolvimento ainda no ovo, (B) zoea, (C) megalopa E (D) \u201ccrab\u201d, <em>Ucides cordatus <\/em>juvenil, embora muito pequeno, j\u00e1 possui apar\u00eancia de um caranguejo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 115%;\">Em larviculturas realizadas em ambiente de laborat\u00f3rio foi relatada a ocorr\u00eancia da S\u00edndrome da Morte na Muda, que consiste na dificuldade de larvas em est\u00e1dio seis transformarem-se em megalopas, morrendo durante o processo de muda. O mecanismo de desenvolvimento desta s\u00edndrome ainda n\u00e3o \u00e9 bem descrito, mas acredita-se que esteja relacionado a condi\u00e7\u00f5es ambientais inadequadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 115%;\">Megalopa \u00e9 o \u00faltimo est\u00e1dio antes da transforma\u00e7\u00e3o para juvenil e seu tamanho m\u00e9dio \u00e9 de 3 mm. A muda completa de ecdises at\u00e9 est\u00e1dio de megalopa ocorre em aproximadamente um m\u00eas, podendo sofrer modifica\u00e7\u00f5es por influ\u00eancia de fatores bi\u00f3ticos e abi\u00f3ticos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 115%;\">Durante o primeiro est\u00e1dio juvenil, que ocorre logo ap\u00f3s a ecdise da megalopa, os exemplares t\u00eam tamanho reduzido de cerca de 1,5 mm de largura de cefalot\u00f3rax e ocorrem predominantemente dentro de galerias de caranguejos maiores, nas zonas menos inundadas do manguezal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 115%;\">As eclos\u00f5es de larvas zoea ocorrem de forma sincronizada. Em geral, as f\u00eameas liberam as larvas nos manguezais inundados, no estofo de mar\u00e9, antes das mar\u00e9s vazantes e os picos de emiss\u00e3o larval ocorrem nas mar\u00e9s de maior amplitude, em torno das luas cheia ou nova. Durante os picos de emiss\u00e3o larval, observam-se densidades iniciais de zoea I que chegam a 23.000 larvas\/m\u00b3.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 115%;\">Os est\u00e1dios seguintes de zoea, dependendo das condi\u00e7\u00f5es geogr\u00e1ficas locais, podem permanecer em zonas estuarinas durante as suas tr\u00eas ou quatro semanas de desenvolvimento; ou apresentam mecanismos de dispers\u00e3o, afastando-se dos manguezais das popula\u00e7\u00f5es parentais em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 costa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 115%;\">Assim como os demais dec\u00e1podes pertencentes \u00e0 infraordem Brachyura, Ucides cordatus apresenta abdome reduzido, localizado abaixo do cefalot\u00f3rax. O cefalot\u00f3rax, ou carapa\u00e7a, tem largura maior que comprimento e \u00e9 achatado dorso-ventralmente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 115%;\">Os quel\u00edpodos, primeiro par de perei\u00f3podos (ap\u00eandices locomotores), s\u00e3o na maioria das vezes desiguais em macho e f\u00eameas e s\u00e3o utilizados na apreens\u00e3o e manipula\u00e7\u00e3o dos alimentos, na defesa e ataque durante brigas e no processo de corte. Em machos, a partir do segundo par de perei\u00f3podos, h\u00e1 longas cerdas que formam uma franja, especialmente no carpo e pr\u00f3podo. Nas faces opostas da coxa do terceiro e quarto perei\u00f3podos esta franja \u00e9 reduzida ou ausente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 115%;\">O abdome \u00e9 dividido em segmentos (somitos), que possuem os ple\u00f3podos, ap\u00eandices que variam em quantidade entre machos e f\u00eameas. Nas f\u00eameas, os ple\u00f3podos armazenam os ovos durante o per\u00edodo de incuba\u00e7\u00e3o, enquanto que nos machos conduzem os espermat\u00f3foros (estruturas acelulares contendo espermatozoides) at\u00e9 as f\u00eameas.<\/p>\n<p style=\"line-height: 115%;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-1213\" style=\"display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" src=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/FIGURA-4.jpg\" alt=\"FIGURA 4\" width=\"613\" height=\"320\" srcset=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/FIGURA-4.jpg 2465w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/FIGURA-4-750x391.jpg 750w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/FIGURA-4-1140x595.jpg 1140w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/FIGURA-4-300x157.jpg 300w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/FIGURA-4-768x401.jpg 768w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/FIGURA-4-1024x534.jpg 1024w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/FIGURA-4-440x230.jpg 440w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/FIGURA-4-627x327.jpg 627w\" sizes=\"(max-width: 613px) 100vw, 613px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 115%;\">FIGURA 4. Diferen\u00e7a entre o abdome de f\u00eameas e de machos de <em>Ucides cordatus.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 115%;\">\u00c9 muito importante ficar atento ao per\u00edodo de defeso do caranguejo-u\u00e7\u00e1 em sua regi\u00e3o. O per\u00edodo de defeso \u00e9 quando est\u00e1 proibida \u201ca captura, a manuten\u00e7\u00e3o em cativeiro, o transporte, o beneficiamento, a industrializa\u00e7\u00e3o, o armazenamento e a comercializa\u00e7\u00e3o de indiv\u00edduos da esp\u00e9cie <em>Ucides cordatus<\/em>, popularmente conhecido como caranguejo-u\u00e7\u00e1, bem como suas partes isoladas (quelas, pin\u00e7as, garras ou desfiado).\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 115%;\">O per\u00edodo de defeso ocorre durante o ver\u00e3o e geralmente se inicia em janeiro e termina em mar\u00e7o ou abril, mas este per\u00edodo pode sofrer varia\u00e7\u00e3o entre os estados brasileiros. Portanto, \u00e9 muito importante ficar atento ao per\u00edodo de defeso de sua regi\u00e3o. Fora do per\u00edodo de defeso apenas a comercializa\u00e7\u00e3o de caranguejos machos \u00e9 permitida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 115%;\">O defeso e a proibi\u00e7\u00e3o da venda de f\u00eameas s\u00e3o procedimentos muito importantes para proteger a esp\u00e9cie, dando a ela possibilidade de se reproduzir.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 115%;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 115%;\"><strong>Aten\u00e7\u00e3o! Em breve ser\u00e1 poss\u00edvel conhecer aspectos nunca antes descritos sobre a anatomia e a histologia de zoea, megalopa e adultos de <em>Ucides cordatus<\/em>. O GIA produziu um Atlas que est\u00e1 em fase final de editora\u00e7\u00e3o e ser\u00e3o publicado pela Editora UFPR em 2015.<\/strong><\/p>\n<p style=\"line-height: 115%;\"><strong>&nbsp;<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-1214\" style=\"display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" src=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/FIGURA-5.jpg\" alt=\"FIGURA 5\" width=\"614\" height=\"370\" srcset=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/FIGURA-5.jpg 1066w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/FIGURA-5-750x452.jpg 750w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/FIGURA-5-300x181.jpg 300w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/FIGURA-5-768x463.jpg 768w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/FIGURA-5-1024x617.jpg 1024w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/FIGURA-5-440x265.jpg 440w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/FIGURA-5-627x378.jpg 627w\" sizes=\"(max-width: 614px) 100vw, 614px\" \/><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 115%;\">FIGURA 5. Pr\u00e9via da capa do <strong>Atlas anat\u00f4mico e histol\u00f3gico do caranguejo-u\u00e7\u00e1 (<em>Ucides cordatus<\/em>)<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Caranguejo-u\u00e7\u00e1: o caranguejo que habita os manguezais brasileiros Por: Gisela Geraldine Castilho-Westphall Publicado em: 07\/01\/15 FIGURA 1. Ucides cordatus, o caranguejo-u\u00e7\u00e1. Conhecido popularmente por caranguejo-u\u00e7\u00e1, Ucides cordatus pertence ao Filo Arthropoda, Subfilo Crustacea, Ordem Decapoda, Infraordem Brachyura, Fam\u00edlia Ucididae, G\u00eanero Ucides e Esp\u00e9cie Ucides cordatus. \u00c9 um animal end\u00eamico de manguezais da costa atl\u00e2ntica do [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1209,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":[],"jnews_primary_category":[],"footnotes":""},"categories":[258,1],"tags":[],"class_list":["post-1215","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-divulgacao-cientifica","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1215","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1215"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1215\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1209"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1215"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1215"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1215"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}