{"id":1036,"date":"2014-03-10T20:43:21","date_gmt":"2014-03-10T23:43:21","guid":{"rendered":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/contaminacao-por-petroleo-e-derivados-em-ecossitemas-aquaticos-os-problemas-foram-resolvidos\/"},"modified":"2021-04-20T12:24:10","modified_gmt":"2021-04-20T15:24:10","slug":"contaminacao-por-petroleo-e-derivados-em-ecossitemas-aquaticos-os-problemas-foram-resolvidos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/contaminacao-por-petroleo-e-derivados-em-ecossitemas-aquaticos-os-problemas-foram-resolvidos\/","title":{"rendered":"Contamina\u00e7\u00e3o por petr\u00f3leo e derivados em ecossitemas aqu\u00e1ticos: os problemas foram resolvidos?"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-indent: 35.4pt;\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-1032\" style=\"display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" src=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/oleo4.JPG\" alt=\"oleo4\" width=\"643\" height=\"459\" srcset=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/oleo4.JPG 1474w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/oleo4-120x86.jpg 120w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/oleo4-350x250.jpg 350w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/oleo4-750x536.jpg 750w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/oleo4-1140x814.jpg 1140w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/oleo4-300x214.jpg 300w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/oleo4-768x549.jpg 768w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/oleo4-1024x732.jpg 1024w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/oleo4-440x314.jpg 440w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/oleo4-627x448.jpg 627w\" sizes=\"(max-width: 643px) 100vw, 643px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\"><span style=\"text-indent: 35.4pt;\">A libera\u00e7\u00e3o acidental do petr\u00f3leo ou seus derivados em ambientes aqu\u00e1ticos pode ocorrer nas v\u00e1rias etapas do processo produtivo. Entretanto, a extra\u00e7\u00e3o e o transporte s\u00e3o considerados os grandes vil\u00f5es, sendo at\u00e9 hoje os maiores respons\u00e1veis por acidentes. Nesse sentido, governos e empresas privadas do mundo inteiro t\u00eam uma grande preocupa\u00e7\u00e3o acerca dos riscos decorrentes da intensifica\u00e7\u00e3o da demanda por produtos derivados de petr\u00f3leo e do pouco conhecimento dos efeitos sobre os ecossistemas biol\u00f3gicos em longo prazo. Em 1968, por exemplo, os propriet\u00e1rios de navios petroleiros se organizaram e fundaram a ITOPF (International Tanker Owners Pollution Federation Limited) ap\u00f3s o acidente com o navio Torrey Canyon (Fig. 1) na costa do Reino Unido. Desde ent\u00e3o, a ITOPF catalogou diversos acidentes em ambientes aqu\u00e1ticos envolvendo libera\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo e deu os primeiros passos para identificar os efeitos em curto e longo prazo sobre a flora e fauna atingida.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; text-indent: 35.45pt;\">Desde a cria\u00e7\u00e3o da ITOPF, governos de diversos pa\u00edses criaram divis\u00f5es especificas dentro de suas ag\u00eancias de meio ambiente para monitorar e regulamentar a\u00e7\u00f5es de controle e recupera\u00e7\u00e3o em casos de acidentes. Entretanto, apesar da consider\u00e1vel produ\u00e7\u00e3o em territ\u00f3rio brasileiro, o n\u00famero de acidentes com libera\u00e7\u00e3o de \u00f3leo em ambientes aqu\u00e1ticos continentais e costeiros no Brasil ainda \u00e9 pequeno. Com isso, apenas no final da d\u00e9cada de 1980, as autoridades nacionais passaram a elaborar e implantar legisla\u00e7\u00f5es contendo medidas de orienta\u00e7\u00e3o para a produ\u00e7\u00e3o e para cen\u00e1rios de acidentes. Atualmente existe um vasto repert\u00f3rio legal que regulamenta as atividades da ind\u00fastria do petr\u00f3leo. Esses documentos (leis, instru\u00e7\u00f5es normativas, portarias, atos, etc) est\u00e3o reunidos no sistema de legisla\u00e7\u00e3o da Ag\u00eancia Nacional do Petr\u00f3leo (www.anp.gov.br). O sistema fornece toda a regulamenta\u00e7\u00e3o elaborada pela ANP desde 1998, e tamb\u00e9m re\u00fane a Constitui\u00e7\u00e3o Federal, leis, decretos e medidas provis\u00f3rias aprovadas pelo Congresso Nacional, al\u00e9m de outros instrumentos legais de diversos minist\u00e9rios e \u00f3rg\u00e3os federais cuja atua\u00e7\u00e3o tem rela\u00e7\u00e3o direta com a ind\u00fastria do petr\u00f3leo, como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov\u00e1veis (IBAMA), o Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA), o Conselho Nacional de Pol\u00edtica Energ\u00e9tica (CNPE) e o extinto Conselho Nacional do Petr\u00f3leo, entre outros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; text-indent: 35.45pt;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-indent: 35.45pt; text-align: center;\">&nbsp;<img decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-1033\" src=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/oleo2.JPG\" alt=\"oleo2\" width=\"598\" height=\"432\" srcset=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/oleo2.JPG 1048w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/oleo2-120x86.jpg 120w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/oleo2-750x541.jpg 750w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/oleo2-300x216.jpg 300w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/oleo2-768x554.jpg 768w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/oleo2-1024x739.jpg 1024w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/oleo2-440x317.jpg 440w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/oleo2-627x452.jpg 627w\" sizes=\"(max-width: 598px) 100vw, 598px\" \/><\/p>\n<table style=\"width: 100%;\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #17365d;\">Figura <\/span><span style=\"color: #17365d;\">1<\/span><span style=\"color: #17365d;\">. Carca\u00e7a do navio Torrey Canyon partido ao meio ap\u00f3s acidente que liberou 120 mil toneladas de petr\u00f3leo na costa da Gr\u00e3-Bretanha em 1967. Fonte: <a href=\"http:\/\/www.wrecksite.eu\">http:\/\/www.wrecksite.eu<\/a><\/span><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">&nbsp;Historicamente, dos 41 incidentes de maiores propor\u00e7\u00f5es ocorridos no Brasil desde 1975, a grande maioria, aproximadamente 73%, ocorreu nos estados do Rio de Janeiro, S\u00e3o Paulo e Paran\u00e1. Respectivamente, temos o maior estado produtor de petr\u00f3leo, o maior consumidor e um especializado em refino. &nbsp;Outro estado que aparece com 5% dos acidentes \u00e9 o Amazonas, onde nos \u00faltimos 25 anos foram implantadas plantas de extra\u00e7\u00e3o e refino para explora\u00e7\u00e3o da Prov\u00edncia petrol\u00edfera de Uruc\u00fa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">Apesar de n\u00e3o ser um estado conhecido pela extra\u00e7\u00e3o do petr\u00f3leo, o Paran\u00e1 apresenta a atua\u00e7\u00e3o no refino, dentre outras \u00e1reas de explora\u00e7\u00e3o industrial, sendo aquela respons\u00e1vel por aproximadamente 17,4% do valor anual da transforma\u00e7\u00e3o industrial. Nesse contexto, dois acidentes ocorreram ap\u00f3s o rompimento de oleodutos que levam o \u00f3leo bruto ou fracionado para o refino na Refinaria Getulio Vargas, localizada no munic\u00edpio de Arauc\u00e1ria, regi\u00e3o Metropolitana de Curitiba. O Primeiro deles, que ocorreu no ano de 2000 e ainda \u00e9 considerado o maior vazamento de \u00f3leo na hist\u00f3ria do Brasil, liberou cerca de quatro milh\u00f5es de litros de \u00f3leo bruto do oleoduto OSPAR em um ribeir\u00e3o pr\u00f3ximo a por\u00e7\u00e3o final do rio Barigui. Al\u00e9m do rio Barigui, o \u00f3leo se alastrou por cerca de 45 km a jusante do rio Igua\u00e7u (Fig. 2). No ano seguinte, na regi\u00e3o da Serra do Mar, o rompimento do oleoduto OLAPA lan\u00e7ou cerca de 54mil litros de \u00f3leo diesel no rio do Meio. O diesel alcan\u00e7ou outros rios da regi\u00e3o e chegou \u00e0 Ba\u00eda de Paranagu\u00e1. Em 2001 a Ba\u00eda de Paranagu\u00e1 sofreu novamente, com o vazamento de quatro milh\u00f5es de litros de nafta do navio Norma. Al\u00e9m desses acidentes amplamente noticiados pela m\u00eddia, pequenos vazamentos de tanques de armazenamento, como os de postos de combust\u00edveis, e a descarga de res\u00edduos industriais e dom\u00e9sticos tamb\u00e9m se caracterizam como importantes focos de &nbsp;contamina\u00e7\u00e3o, como o vazamento de seis mil litros de extrato neutro pesado de petr\u00f3leo no rio Atuba, na cidade de Pinhais no ano de 2000.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-indent: 35.4pt;\">&nbsp;<img decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-1034\" style=\"display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" src=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/oleo1.JPG\" alt=\"oleo1\" width=\"603\" height=\"454\" srcset=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/oleo1.JPG 900w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/oleo1-750x565.jpg 750w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/oleo1-300x226.jpg 300w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/oleo1-768x579.jpg 768w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/oleo1-440x331.jpg 440w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/oleo1-627x472.jpg 627w\" sizes=\"(max-width: 603px) 100vw, 603px\" \/><span style=\"text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<table style=\"width: 100%;\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #17365d;\">Figura <\/span><span style=\"color: #17365d;\">2<\/span><span style=\"color: #17365d;\">.<\/span> <span style=\"color: #17365d;\">Mancha de \u00f3leo que atingiu o rio Igua\u00e7u ap\u00f3s rompimento do oleoduto OSPAR, na regi\u00e3o Metropolitana de Curitiba no ano de 2000. Fonte: arquivo GIA.<\/span><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">Desde sua cria\u00e7\u00e3o, o GIA \u2013 Grupo Integrado de Aquicultura e Estudos Ambientais t\u00eam focado suas a\u00e7\u00f5es, dentre outras \u00e1reas de atua\u00e7\u00e3o, na mitiga\u00e7\u00e3o e diagn\u00f3stico de impactos ambientais em ambientes aqu\u00e1ticos. Em seus 16 anos de exist\u00eancia, o GIA participou das avalia\u00e7\u00f5es de impacto gerado pelos vazamentos de \u00f3leo dos oleodutos OLAPA e OSPAR sobre comunidades icti\u00edcas, tanto imediatamente quanto dez anos ap\u00f3s o acidente. Al\u00e9m disso, o GIA tamb\u00e9m realizou estudos acerca dos efeitos do vazamento de nafta na Ba\u00eda de Paranagu\u00e1. Os resultados obtidos pelo GIA nos estudos dos acidentes no Paran\u00e1, aliados a outros resultados dispon\u00edveis na literatura internacional, revelam que, <span style=\"line-height: 115%;\">embora nem todos os efeitos da polui\u00e7\u00e3o por hidrocarbonetos sejam adequadamente compreendidos os estudos das comunidades ict\u00edicas indicam que nem sempre s\u00e3o registrados danos ambientais significativos relacionados, principalmente, a estrutura populacional dessas comunidades. Esses resultados demonstram que, embora ocorra um dano efetivo para alguns indiv\u00edduos as popula\u00e7\u00f5es mostram-se geralmente mais resistentes que o esperado. Assim, \u00e9 razo\u00e1vel se postular que os processos naturais s\u00e3o capazes de reparar os danos e retornar o sistema para as fun\u00e7\u00f5es normais. <\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">Essas evid\u00eancias de que as popula\u00e7\u00f5es apresentem certa resili\u00eancia ambiental tamb\u00e9m est\u00e3o relacionadas ao tipo de exposi\u00e7\u00e3o. Tanto nos casos estudados pelo GIA quanto naqueles consultados na literatura, os eventos de libera\u00e7\u00e3o do \u00f3leo foram pontuais. Por\u00e9m, a ocorr\u00eancia de pulsos cont\u00ednuos de exposi\u00e7\u00e3o das popula\u00e7\u00f5es icti\u00edcas ao petr\u00f3leo e seus derivados poderia desencadear altera\u00e7\u00f5es irrevers\u00edveis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">Dessa forma, j\u00e1 que o n\u00famero de acidentes tem diminu\u00eddo drasticamente nas \u00faltimas d\u00e9cadas e com as evidencias de que os efeitos de contamina\u00e7\u00f5es pontuais podem ser superados pelas popula\u00e7\u00f5es, pode-se concluir que os problemas gerados pela explora\u00e7\u00e3o do petr\u00f3leo aos ecossistemas aqu\u00e1ticos acabaram? A resposta \u00e9 n\u00e3o! Embora o n\u00famero de acidentes tenha diminu\u00eddo drasticamente devido ao desenvolvimento e uso de tecnologias e a\u00e7\u00f5es preventivas, eles continuar\u00e3o acontecendo. Isso porque a demanda da popula\u00e7\u00e3o por bens e servi\u00e7os tem aumentado indiscriminadamente lavando a um aumento na extra\u00e7\u00e3o, transporte, industrializa\u00e7\u00e3o e utiliza\u00e7\u00e3o de derivados de petr\u00f3leo.<span style=\"line-height: 115%;\">Dessa forma, fica claro que o trabalho n\u00e3o acabou e que devemos continuar investigando os poss\u00edveis efeitos do petr\u00f3leo e seus derivados sobre os ecossistemas aqu\u00e1ticos para que possamos lidar com acidentes de maneira competente e efetiva.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">&nbsp;<span style=\"font-size: 8.5pt; font-family: Verdana, sans-serif;\">Por:<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\"><span style=\"font-size: 8.5pt; font-family: Verdana, sans-serif;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-1035\" src=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/Giorgi1.jpg\" alt=\"Giorgi1\" width=\"215\" height=\"161\" srcset=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/Giorgi1.jpg 2050w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/Giorgi1-750x562.jpg 750w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/Giorgi1-1140x854.jpg 1140w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/Giorgi1-300x225.jpg 300w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/Giorgi1-768x575.jpg 768w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/Giorgi1-1024x767.jpg 1024w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/Giorgi1-440x330.jpg 440w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/Giorgi1-627x470.jpg 627w\" sizes=\"(max-width: 215px) 100vw, 215px\" \/><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\"><span style=\"font-size: 12pt;\"><strong style=\"text-indent: 35.4pt;\"><em><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif;\">Giorgi Dal Pont<\/span><\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\"><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 8.5pt; text-indent: 35.4pt;\">Doutorando do Programa em P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Zootecnia\/<\/span><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 8.5pt; text-indent: 35.4pt;\">UFPR<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\"><em><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 8.5pt; text-indent: 35.4pt;\">Artigo Publicado em 10\/03\/2014<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; text-indent: 35.4pt;\">&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; A libera\u00e7\u00e3o acidental do petr\u00f3leo ou seus derivados em ambientes aqu\u00e1ticos pode ocorrer nas v\u00e1rias etapas do processo produtivo. 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