{"id":10342,"date":"2020-11-28T10:22:43","date_gmt":"2020-11-28T13:22:43","guid":{"rendered":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/?p=10342"},"modified":"2021-04-20T11:16:08","modified_gmt":"2021-04-20T14:16:08","slug":"condicoes-abioticas-e-efeitos-na-degradacao-de-dna-ambiental","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/condicoes-abioticas-e-efeitos-na-degradacao-de-dna-ambiental\/","title":{"rendered":"Condi\u00e7\u00f5es Abi\u00f3ticas e efeitos na degrada\u00e7\u00e3o de DNA ambiental"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"10342\" class=\"elementor elementor-10342\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-572f7859 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default exad-glass-effect-no exad-sticky-section-no\" data-id=\"572f7859\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-dc109cc exad-glass-effect-no exad-sticky-section-no\" data-id=\"dc109cc\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-543b034 exad-sticky-section-no exad-glass-effect-no elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"543b034\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p><strong>Por Ana Paula Silva Bert\u00e3o<\/strong><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-807a8ed exad-sticky-section-no exad-glass-effect-no elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"807a8ed\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p><strong>Intera\u00e7\u00e3o da radia\u00e7\u00e3o ultravioleta em ambientes l\u00edmnicos<\/strong><\/p>\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o aos raios da radia\u00e7\u00e3o ultravioleta &#8211; UVR, podem atingir a superf\u00edcie da terra em comprimentos de onda entre 290 a 400nm. A radia\u00e7\u00e3o ultravioleta \u00e9 dividida nas seguintes bandas: UVA onda longa (315\u2013400 nm), UVB onda m\u00e9dia (280\u2013315 nm) e UVC onda curta (100\u2013280 nm). Praticamente 99,9 % do UVC e 95% da radia\u00e7\u00e3o UVB s\u00e3o absorvidos pela camada protetora de oz\u00f4nio na estratosfera. A intensidade da radia\u00e7\u00e3o UV incidente na superf\u00edcie terrestre \u00e9 influenciada por v\u00e1rios fatores, como, esta\u00e7\u00e3o do ano, hora do dia, a cobertura de nuvens, latitude e altitude, reflex\u00e3o dos raios na superf\u00edcie e oz\u00f4nio estratosf\u00e9rico (McKenzie et al. 2008; Sousa 2013).<\/p>\n<p>Os habitats aqu\u00e1ticos diferem enormemente em sua transpar\u00eancia, algumas subst\u00e2ncias absorventes e dispersantes atenuam a radia\u00e7\u00e3o incidente, especialmente em habitats eutr\u00f3fico de \u00e1gua doce (Callaghan et al. 2004). O material particulado inorg\u00e2nico, carbono org\u00e2nico dissolvido &#8211; DOC e carbono org\u00e2nico particulado &#8211; POC, bem como uma variedade de subst\u00e2ncias h\u00famicas, atenua significativamente a radia\u00e7\u00e3o de comprimento de onda curto (Harris et al. 2008). O DOC \u00e9 bastante resistente \u00e0 degrada\u00e7\u00e3o na coluna d&#8217;\u00e1gua, mas \u00e9 facilmente decomposto em subunidades menores pelo UV solar, que pode ser facilmente absorvido pelo bacteriopl\u00e2ncton (Wrona et al. 2006). Como consequ\u00eancia, esse processo diminui a atenua\u00e7\u00e3o na coluna d&#8217;\u00e1gua, resultando em uma penetra\u00e7\u00e3o mais profunda da radia\u00e7\u00e3o solar (Shindell et al. 1998).<\/p>\n<p>Para entender como a transpar\u00eancia da \u00e1gua interfere na absor\u00e7\u00e3o dos raios UV, podemos avaliar a profundidade que estes raios est\u00e3o alcan\u00e7ando com o uso do disco de Secchi (Esteves 1998). Quanto maior a transpar\u00eancia da \u00e1gua, menor dispers\u00e3o do campo da luz e maior a medida de profundidade do disco de Secchi. O valor do disco de Secchi \u00e9 inversamente proporcional \u00e0 quantidade de compostos org\u00e2nicos e inorg\u00e2nicos no percurso da luz e ao coeficiente de atenua\u00e7\u00e3o da irradi\u00e2ncia. O desaparecimento do disco de Secchi corresponde \u00e0 profundidade na qual a radia\u00e7\u00e3o da faixa do vis\u00edvel n\u00e3o \u00e9 mais sens\u00edvel ao olho humano. A zona f\u00f3tica pode ser estimada atrav\u00e9s da transpar\u00eancia do disco de Secchi (Esteves 1998). O desaparecimento do disco de Secchi corresponde a 10% da radia\u00e7\u00e3o superficial. O limite inferior da zona euf\u00f3tica recebe apenas 1% da irradi\u00e2ncia daquela recebida na superf\u00edcie e, abaixo dessa \u00e9 denominada de zona af\u00f3tica (Fill and Santos 2001).<\/p>\n<p><strong>Efeito da radia\u00e7\u00e3o ultravioleta no eDNA \u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Os efeitos da radia\u00e7\u00e3o UV nos ambientes aqu\u00e1ticos podem variar muito em um mesmo ecossistema, devido a profundidade da \u00e1gua, luminosidade, claridade e quantidade de s\u00f3lidos suspensos. O dano fotobiol\u00f3gico, causado pelos raios UV, pode incluir efeitos diretos da radia\u00e7\u00e3o UV, na qual os f\u00f3tons s\u00e3o absorvidos por mol\u00e9culas biol\u00f3gicas, como \u00e1cidos nucl\u00e9icos e prote\u00ednas, que sofrem altera\u00e7\u00f5es fotoqu\u00edmicas (Wrona et al. 2006).<\/p>\n<p>O DNA \u00e9 um dos principais alvos dos danos induzidos por UV em uma variedade de organismos aqu\u00e1ticos, como tamb\u00e9m de DNA ambiental presente no ecossistema. A radia\u00e7\u00e3o UV induz duas das les\u00f5es de DNA mutag\u00eanicas e citot\u00f3xicas mais abundantes, como os d\u00edmeros de ciclobutano pirimidina (CPDs) e fotoprodutos de pirimidina pirimidona (6-4PPs) e seus is\u00f4meros de val\u00eancia Dewar (Wrona et al. 2006) (Figura 1). Em especial a UV-B, danifica o DNA ao enrolar e distorcer sua estrutura em forma de escada, causando degrada\u00e7\u00e3o da fita (Wrona et al. 2006).<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-599cc40 exad-sticky-section-no exad-glass-effect-no elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"599cc40\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"531\" height=\"391\" src=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/1.jpg\" class=\"attachment-large size-large wp-image-10345\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/1.jpg 531w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/1-300x221.jpg 300w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/1-440x324.jpg 440w\" sizes=\"(max-width: 531px) 100vw, 531px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-17e257f7 exad-sticky-section-no exad-glass-effect-no elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"17e257f7\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\"><\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-a4a87d0 exad-sticky-section-no exad-glass-effect-no elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"a4a87d0\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>Diversos estudos avaliaram a taxa de degrada\u00e7\u00e3o do eDNA em diferentes organismos. Estes estudos analisaram as principais caracter\u00edsticas ambientais que podem influenciar na degrada\u00e7\u00e3o do eDNA, entre elas est\u00e3o como exemplo, a temperatura (Barnes et al. 2014), turbidez da \u00e1gua (Deiner et al. 2017; Stoeckle et al. 2017), acidez (Strickler et al. 2015) e a comunidade bacteriana (Lance et al. 2017)<\/p>\n<p>No estudo de Kasai et al. (2020) com enguias japonesas <em>Anguilla japonica<\/em>, os resultados mostram que mais da metade da deteriora\u00e7\u00e3o do eDNA acontece no per\u00edodo de 48 horas, e o decaimento \u00e9 mais evidente quando a temperatura estava em 30\u00baC (Figura 2).<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-012a29f exad-sticky-section-no exad-glass-effect-no elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"012a29f\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img decoding=\"async\" width=\"364\" height=\"219\" src=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/1-1.jpg\" class=\"attachment-large size-large wp-image-10346\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/1-1.jpg 364w, https:\/\/gia.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/1-1-300x180.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 364px) 100vw, 364px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-6d479e7 exad-sticky-section-no exad-glass-effect-no elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"6d479e7\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>No estudo de Eichmiller et al. (2016) com <em>Cyprinus carpio, <\/em>foi avaliado o efeito da temperatura na degrada\u00e7\u00e3o do eDNA. O decaimento do DNA da carpa foi exponencial, essa queda foi evidenciada com aumento da temperatura. A menor taxa de decaimento foi observada a 5\u00b0 C, com um valor de T90 (tempo para redu\u00e7\u00e3o de 90% da concentra\u00e7\u00e3o inicial). Diferentemente das temperaturas de 20 a 35\u00ba C, onde a degrada\u00e7\u00e3o foi muito maior.<\/p>\n<p><strong>Import\u00e2ncia do estudo da degrada\u00e7\u00e3o do eDNA<\/strong><\/p>\n<p>O uso preciso e biologicamente relevante do eDNA como avalia\u00e7\u00e3o da presen\u00e7a, abund\u00e2ncia e localiza\u00e7\u00e3o dos organismos-alvo requer uma compreens\u00e3o das taxas de decaimento do eDNA (a redu\u00e7\u00e3o na quantidade detect\u00e1vel de eDNA) e degrada\u00e7\u00e3o (altera\u00e7\u00f5es f\u00edsicas na mol\u00e9cula \/ part\u00edcula) em diferentes ambientes (Harrison et al. 2019).<\/p>\n<p>Os processos que podem contribuir para a remo\u00e7\u00e3o ou degrada\u00e7\u00e3o do eDNA em sistemas aqu\u00e1ticos, inicia por uma via prim\u00e1ria de decaimento do eDNA, que \u00e9 a degrada\u00e7\u00e3o f\u00edsica do tecido e das part\u00edculas que compreendem o eDNA. O tecido biol\u00f3gico derramado geralmente come\u00e7a a se degradar imediatamente de fragmentos de tecido multicelular, para c\u00e9lulas inteiras, organelas separadas (por exemplo, mitoc\u00f4ndrias) e, eventualmente, para liberar DNA (extracelular), que por sua vez s\u00e3o intensificados s\u00e3o e degradados por enzimas ex\u00f3genas ou por rea\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas espont\u00e2neas (Turner et al. 2014).<\/p>\n<p>Informa\u00e7\u00f5es sobre degrada\u00e7\u00e3o do eDNA referentes a temperatura, radia\u00e7\u00e3o ultravioleta e comunidade bacteriana devem ser considerados e aplicados em protocolos de armazenamento de amostras de \u00e1gua e em projeto de amostragem de campo para que venham diminuir a degrada\u00e7\u00e3o de DNA em amostras ambientais (Eichmiller et al. 2016; Harrison et al. 2019).<\/p>\n<p><strong>Bibliografia<\/strong><\/p>\n<p>Barnes MA, Turner CR, Jerde CL, Renshaw MA, Chadderton WL, Lodge DM (2014) Environmental conditions influence eDNA persistence in aquatic systems Environmental science &amp; technology 48:1819-1827<\/p>\n<p>Callaghan TV et al. (2004) Effects of changes in climate on landscape and regional processes, and feedbacks to the climate system AMBIO: A Journal of the Human Environment 33:459-468<\/p>\n<p>Deiner K et al. (2017) Environmental DNA metabarcoding: Transforming how we survey animal and plant communities Molecular ecology 26:5872-5895<\/p>\n<p>Eichmiller JJ, Best SaE, Sorensen PW (2016) Effects of temperature and trophic state on degradation of environmental DNA in lake water Environmental science &amp; technology 50:1859-1867<\/p>\n<p>Esteves FA (1998) Fundamentos de limnologia. Interci\u00eancia,<\/p>\n<p>Fill HD, Santos Id (2001) Estimativa da concentra\u00e7\u00e3o de sedimentos em suspens\u00e3o atrav\u00e9s da profundidade Secchi V Simp\u00f3sio de Hidr\u00e1ulica e Recursos H\u00eddricos dos Pa\u00edses de L\u00edngua Oficial Portuguesa<\/p>\n<p>Harris NR et al. Ozone trends at northern mid-and high latitudes: a European perspective. In: Annales Geophysicae, 2008. vol 5. European Geosciences Union, pp 1207-1220<\/p>\n<p>Harrison JB, Sunday JM, Rogers SM (2019) Predicting the fate of eDNA in the environment and implications for studying biodiversity Proceedings of the Royal Society B 286:20191409<\/p>\n<p>Kasai A, Takada S, Yamazaki A, Masuda R, Yamanaka H (2020) The effect of temperature on environmental DNA degradation of Japanese eel Fisheries Science:1-7<\/p>\n<p>Lance RF et al. (2017) Experimental observations on the decay of environmental DNA from bighead and silver carps Management of Biological Invasions 8:343<\/p>\n<p>McKenzie R et al. (2008) Effects of urban pollution on UV spectral irradiances<\/p>\n<p>Shindell DT, Rind D, Lonergan P (1998) Increased polar stratospheric ozone losses and delayed eventual recovery owing to increasing greenhouse-gas concentrations Nature 392:589-592<\/p>\n<p>Sousa SA (2013) A radia\u00e7\u00e3o ultravioleta nos ecossistemas aqu\u00e1ticos e seus impactos nas diferentes esp\u00e9cies: uma revis\u00e3o bibliogr\u00e1fica<\/p>\n<p>Stoeckle BC, Beggel S, Cerwenka AF, Motivans E, Kuehn R, Geist J (2017) A systematic approach to evaluate the influence of environmental conditions on eDNA detection success in aquatic ecosystems PloS one 12:e0189119<\/p>\n<p>Strickler KM, Fremier AK, Goldberg CS (2015) Quantifying effects of UV-B, temperature, and pH on eDNA degradation in aquatic microcosms Biological Conservation 183:85-92<\/p>\n<p>Turner CR, Barnes MA, Xu CC, Jones SE, Jerde CL, Lodge DM (2014) Particle size distribution and optimal capture of aqueous macrobial eDNA Methods in Ecology and Evolution 5:676-684<\/p>\n<p>Wrona FJ, Prowse TD, Reist JD, Hobbie JE, L\u00e9vesque LM, Macdonald RW, Vincent WF (2006) Effects of ultraviolet radiation and contaminant-related stressors on Arctic freshwater ecosystems AMBIO: A Journal of the Human Environment 35:388-401<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Ana Paula Silva Bert\u00e3o Intera\u00e7\u00e3o da radia\u00e7\u00e3o ultravioleta em ambientes l\u00edmnicos A exposi\u00e7\u00e3o aos raios da radia\u00e7\u00e3o ultravioleta &#8211; UVR, podem atingir a superf\u00edcie da terra em comprimentos de onda entre 290 a 400nm. 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