{"id":122,"date":"2017-11-13T13:39:48","date_gmt":"2017-11-13T13:39:48","guid":{"rendered":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/?page_id=122"},"modified":"2021-04-01T10:00:58","modified_gmt":"2021-04-01T13:00:58","slug":"historico","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/gia.org.br\/portal\/historico\/","title":{"rendered":"Hist\u00f3rico"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-page\" data-elementor-id=\"122\" class=\"elementor elementor-122\" data-elementor-post-type=\"page\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-1a8d7fa3 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default exad-glass-effect-no exad-sticky-section-no\" data-id=\"1a8d7fa3\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-5d3a2ca exad-glass-effect-no exad-sticky-section-no\" data-id=\"5d3a2ca\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7597573f exad-sticky-section-no exad-glass-effect-no elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7597573f\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p><span style=\"text-align: justify; color: var( --e-global-color-text );\">O GIA (Grupo Integrado de Aquicultura e Estudos Ambientais) foi criado em 1998, por dois professores da Universidade Federal do Paran\u00e1 (Antonio Ostrensky e Walter Antonio Boeger) em fun\u00e7\u00e3o de demandas que passaram a se tornar cada vez mais frequentes, do setor aqu\u00edcola paranaense e brasileiro. Com o crescimento empresarial dessa atividade, os problemas e conflitos a ela relacionados come\u00e7aram a aparecer com maior frequ\u00eancia e, n\u00e3o raro, exigindo solu\u00e7\u00f5es que passavam por an\u00e1lises e procedimentos que precisavam empregar metodologias cient\u00edficas.<\/span><\/p><p style=\"text-align: justify;\">Em sua fase inicial, em v\u00e1rias oportunidades, os membros do GIA foram chamados pelos setores p\u00fablico e privado para: desenvolver projetos de produ\u00e7\u00e3o; identificar e buscar solucionar problemas operacionais e sanit\u00e1rios de cultivos; realizar diagn\u00f3sticos e planos de desenvolvimento regional e promover os mais diversos programas de treinamento e capacita\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica.<\/p><p style=\"text-align: justify;\">No ano 2000, quando da ocorr\u00eancia de um acidente ambiental envolvendo o vazamento de um grande volume de petr\u00f3leo na ba\u00eda da Guanabara, Rio de Janeiro, o GIA foi convidado pela PETROBRAS para participar dos esfor\u00e7os de recupera\u00e7\u00e3o ambiental. Na ocasi\u00e3o o desafio parecia imenso: desenvolver e aplicar uma tecnologia de produ\u00e7\u00e3o de larvas de caranguejo para recupera\u00e7\u00e3o dos manguezais atingidos pelo \u00f3leo. Apesar de anteriormente ningu\u00e9m nunca ningu\u00e9m ter conseguido produzir larvas de caranguejo-u\u00e7\u00e1 em larga escala, ap\u00f3s um ano de pesquisas e desenvolvimento de tecnologia, mais de um milh\u00e3o de caranguejinhos estavam sendo liberados nos manguezais pr\u00f3ximos \u00e0 Refinaria Duque de Caxias.<\/p><p style=\"text-align: justify;\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-1843 size-large\" src=\"https:\/\/gia.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/caranguejo1-1024x783.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"783\" \/><\/p><p style=\"text-align: justify;\">Desde ent\u00e3o, o GIA passou a estender suas a\u00e7\u00f5es no campo ambiental, tendo realizado trabalhos nas mais diversas \u00e1reas relacionadas a diagn\u00f3sticos, avalia\u00e7\u00f5es e monitoramentos de ambientes aqu\u00e1ticos, al\u00e9m de projetos de recupera\u00e7\u00e3o ambiental e de biorremedia\u00e7\u00e3o de impactos.<\/p><p style=\"text-align: justify;\">Para que os seus trabalhos pudessem ser desenvolvidos de forma cada vez mais r\u00e1pida e eficiente, fez-se necess\u00e1rio ampliar e estruturar um grupo inter e multidisciplinar de pesquisadores e colaboradores. Com esse objetivo, o GIA passou a incorporar novos mestres e doutores, das mais variadas \u00e1reas de atua\u00e7\u00e3o (carcinicultura, malacocultura, piscicultura, histopatologia, ictiologia, biologia, gen\u00e9tica, educa\u00e7\u00e3o, direito e design), aos seus quadros.<\/p><p style=\"text-align: justify;\">A partir de 2005, atrav\u00e9s do projeto Cultimar, o GIA passou a atuar de forma mais incisiva tamb\u00e9m no desenvolvimento de tecnologias sociais. J\u00e1 naquela \u00e9poca ficava claro n\u00e3o ser minimamente poss\u00edvel buscar a resolu\u00e7\u00e3o de problemas ambientais sem se buscar alternativas para os problemas sociais que, via de regra, est\u00e3o associados aos mesmos.<\/p><p style=\"text-align: justify;\">Essa expans\u00e3o do GIA causou um problema: grande parte das pessoas vinculadas ao grupo n\u00e3o fazia parte dos quadros da Universidade Federal do Paran\u00e1 ou n\u00e3o estava mais vinculada a ela, pois, de um lado, os alunos de gradua\u00e7\u00e3o e de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o que se formavam e que se encaminhavam para o mercado de trabalho n\u00e3o tinham mais v\u00ednculo oficial com a Universidade, mas, por outro, continuavam mantendo uma liga\u00e7\u00e3o forte com o GIA e, muitas vezes, atuando em conjunto em projetos espec\u00edficos.<\/p><p style=\"text-align: justify;\">Com a expans\u00e3o das \u00e1reas tem\u00e1ticas e geogr\u00e1ficas de atua\u00e7\u00e3o do grupo, principalmente para a regi\u00e3o Nordeste, passou a ser indispens\u00e1vel que o GIA tivesse tamb\u00e9m uma identidade pr\u00f3pria e independente. Em 2007 \u00a0surgiu uma oportunidade de fus\u00e3o com o Centro de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel Le\u00e3o do Norte, uma ONG que havia sido criada em 2004 na cidade de Recife, Pernambuco, \u00a0e que j\u00e1 atuava no campo do desenvolvimento socioambiental, notadamente nas \u00e1reas de pesca e em ambientes aqu\u00e1ticos e de transi\u00e7\u00e3o. Na \u00e9poca, essa ONG estava mudando sua sede para Aracaju, Sergipe. Nascia assim, o Instituto GIA, uma organiza\u00e7\u00e3o da sociedade civil, sem fins lucrativos, inscrita no CNPJ sob o n\u00ba 06.170418\/0001-23, e que mant\u00e9m vivos os prop\u00f3sitos originais do GIA (vide nossa\u00a0<a href=\"https:\/\/gia.org.br\/novo\/missao-visao-e-valores\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Miss\u00e3o, Vis\u00e3o e Valores<\/a>).<\/p><p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-1844 size-large\" src=\"https:\/\/gia.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/sergipe_fafen-1006x1024.jpg\" alt=\"\" width=\"1006\" height=\"1024\" \/><\/p><p style=\"text-align: justify;\">O Instituto GIA mescla o conhecimento de profissionais experientes com a disposi\u00e7\u00e3o de profissionais em in\u00edcio de carreira, por meio de trabalhos de car\u00e1ter volunt\u00e1rio, totalmente vinculados as suas respectivas \u00e1reas de atua\u00e7\u00e3o profissional.<\/p><p style=\"text-align: justify;\">Ali\u00e1s, a cria\u00e7\u00e3o dessa personalidade jur\u00eddica em nada mudou a exist\u00eancia e o funcionamento do GIA como um grupo de pesquisa da Universidade Federal do Paran\u00e1, reconhecido pela institui\u00e7\u00e3o e registrado no\u00a0<a href=\"http:\/\/dgp.cnpq.br\/dgp\/espelhogrupo\/4802362373798938\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Diret\u00f3rio dos Grupos de Pesquisa do Brasil,<\/a>\u00a0do CNPq.<\/p><p style=\"text-align: justify;\">O GIA continua desenvolvendo pesquisas cient\u00edficas, tecnol\u00f3gicas e sociais, formando profissionais qualificados, criando oportunidades para coloca\u00e7\u00e3o de profissionais em in\u00edcio de carreira no mercado de trabalho e procurando atender as demandas da sociedade nas \u00e1reas de aquicultura, meio ambiente e desenvolvimento.<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O GIA (Grupo Integrado de Aquicultura e Estudos Ambientais) foi criado em 1998, por dois professores da Universidade Federal do Paran\u00e1 (Antonio Ostrensky e Walter Antonio Boeger) em fun\u00e7\u00e3o de demandas que passaram a se tornar cada vez mais frequentes, do setor aqu\u00edcola paranaense e brasileiro. 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